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Para combater as Fake News sobre saúde, o Ministério da Saúde, de forma inovadora, está disponibilizando um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Vale destacar que o canal não será um SAC ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira.

Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61)99289-4640

>> Leia o regulamento e os termos de uso

>> Apresentação Fake News na Saúde feita pelo diretor da Ascom, Ugo Braga, no VIII Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal

falso verdadeiro
Escrito por Gustavo Frasão | | Publicado: Quinta, 31 de Janeiro de 2019, 11h20 | Última atualização em Quinta, 31 de Janeiro de 2019, 11h20

Essa notícia é falsa! Não compartilhe. A afirmação de que remédio para gastrite, úlcera e refluxo dobra o risco de câncer implica uma relação de causa e efeito. Entretanto, o estudo citado encontrou apenas uma correlação, não permitindo identificar se o omeprazol (ou similares) foi realmente a causa do aumento da doença. O estudo apenas relata que quem tomou o remédio teve mais câncer de estômago do que os que não tomaram.

Não foi colocado que tipo de doentes participaram do estudo. Quem toma esse medicamento por vezes são pacientes tratando infecção gástrica por H. pylori, ou tratando refluxo gástrico esofágico, que são fatores de risco importantes para o desenvolvimento do câncer gástrico.

Isso permite falha na interpretação dos resultados. Os asiáticos têm maior incidência de câncer gástrico por vários fatores que não foram analisados no estudo, como obesidade, tabagismo, etilismo, estado socioeconômico ou histórico familiar. 

Esse estudo não permite estabelecer uma relação de causa e efeito entre os omeprazol (ou similares) e o câncer gástrico.

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