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INFORME AS DOSES E ESTOQUES DAS VACINAS EM SEU MUNICÍPIO ATÉ 30/11

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Para combater as Fake News sobre saúde, o Ministério da Saúde, de forma inovadora, está disponibilizando um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Vale destacar que o canal não será um SAC ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira.

Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61)99289-4640

>> Leia o regulamento e os termos de uso

>> Apresentação Fake News na Saúde feita pelo diretor da Ascom, Ugo Braga, no VIII Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal

falso verdadeiro
Escrito por Gustavo Frasão | | Publicado: Terça, 05 de Fevereiro de 2019, 18h06 | Última atualização em Terça, 05 de Fevereiro de 2019, 18h06

*Olá! Não compartilhe essa notícia, ela é falsa! O texto que circula nas redes sociais, sobre as 10 razões pelas quais não deveria vacinar seu filho é cheio de inverdades e com informações sem fundamentação científica.*

O Ministério da Saúde esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações são seguras, possuem os devidos registros na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e passam por um rígido processo de avaliação de qualidade pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz. 

A vacinação é de extrema importância para evitar doenças e suas sequelas (como surdez, cegueira, paralisia, problemas neurológicos, dentre outros) e consequentemente a morte, proporcionando qualidade de vida para toda a população, além de evitar que doenças se propaguem.

Eventos adversos graves após a vacinação são muito raros e cuidadosamente monitorados e investigados por meio do Sistema de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação. Os benefícios da vacinação são muito maiores do que as reações que podem ser causadas por vacinas e as complicações que podem ocorrer no caso de adquirir as doenças preveníveis por vacinação.

As ações de imunização, especialmente, nos 44 anos de existência do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram responsáveis por mudar o perfil epidemiológico das doenças imunopreveníveis no Brasil. O sucesso das ações de imunização pode ser comprovado pela erradicação da varíola e pela eliminação da poliomielite, da rubéola e síndrome da rubéola congênita. Também reduziu drasticamente a circulação de agentes patógenos, responsáveis por doenças como o  a difteria, o tétano e a coqueluche.

No entanto, para manter essas conquistas é necessário  a manutenção de elevadas coberturas vacinais. Diante do sucesso da imunização no país, muitas doenças tornaram-se raras, ou mesmo ausentes, tornando-se desconhecidas, fazendo com que algumas pessoas se esqueçam do risco representado por elas e passem a se preocupar mais com possíveis efeitos colaterais das vacinas do que com a prevenção de doenças.

Além disso, há grupos resistentes a ações de imunização, alguns por acreditarem em informações sem evidência científica, outros por questões religiosas, ideológicas ou culturais. Alguns pais que não conviveram com o cenário endêmico dessas doenças em nosso país acreditam que as vacinas não trazem benefício à saúde do seu filho.

Para conscientizar a população da importância da manutenção de altas taxas de vacinação da população de forma homogênea, o Ministério da Saúde atua fortemente na disseminação de informações em seus meios de comunicação, entrevistas para esclarecer dúvidas, e interação nas redes sociais e discussão com as sociedades médicas. Além disso, o Ministério da Saúde atua com algumas parcerias, como o Programa Saúde na Escola, parceria entre a pasta e o Ministério da Educação, que tem como objetivo contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde. 

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