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Situação epidemiológica da febre amarela e as recomendações para intensificar a vigilância no Brasil

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quarta, 14 de Outubro de 2015, 12h07 | Última atualização em Quarta, 14 de Outubro de 2015, 16h48

Situação epidemiológica da Febre Amarela e recomendações para intensificar a vigilância no Brasil

 

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA:

A partir de julho/2014, o vírus da Febre Amarela (FA) reemergiu no Brasil. Epizootias em primatas não humanos (PNH) confirmadas para FA foram registradas desde então, em parte associadas à ocorrência de casos humanos. No período de monitoramento 2014/2015 (julho/2014 a junho/2015) foram confirmados sete casos humanos da doença (Goiás [5], Pará [1] Mato Grosso do Sul [1]) e quatro epizootias em PNH (Tocantins [2], Goiás [1], Pará [1]).

Recentemente, durante a retomada do monitoramento para o período 2015/2016 (iniciado em julho/2015), outras epizootias em PNH foram confirmadas em Tocantins (Porto Nacional [1] e Palmas [1]), Goiás (Novo Brasil [1]) e no Distrito Federal (Regiões Administrativas de Ceilândia [1] e da Candangolândia [1]), evidenciando a intensa atividade do vírus amarílico no país, principalmente na região Centro-Oeste.

RECOMENDAÇÕES PARA A VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA:

Entre os eventos recentes, destaca-se a ocorrência da FA em regiões turísticas de Goiás e Mato Grosso do Sul e em áreas do Distrito Federal e de Tocantins. A proximidade com áreas urbanizadas e a elevada densidade populacional (residente e transiente/viajante) nesses locais colocam em alerta os sistemas de vigilância, e suscitam a intensificação das ações de vigilância em toda a Área Com Recomendação de Vacina (ACRV), além da vacinação preventiva de indivíduos não imunizados.

Nesse contexto, recomenda-se:

• Alertar a rede de serviços do SUS para ampliar a vigilância de casos suspeitos;
• Notificar eventos suspeitos ao MS, pelo meio mais rápido: gt-arbo@saude.gov.br ou notifica@saude.gov.br e/ou telefone (61) 3213 8181;
• Realizar busca ativa de indivíduos sintomáticos no local provável de infecção (LPI);
• Realizar busca de evidências em populações de PNH e epizootias no LPI;
• Alertar a população (residentes e viajantes) sobre o risco nas áreas com transmissão;
• Ampliar a oferta da vacina e as coberturas vacinais nos municípios da ACRV, a fim de prevenir a ocorrência de casos humanos;
• Orientar viajantes com destino à ACRV sobre a importância da vacinação preventiva (pelo menos 10 dias antes da viagem para primovacinados), sobretudo àqueles que pretendem realizar atividades em áreas silvestres, rurais ou de mata;
• Ampliar o controle vetorial urbano (Aedes aegypti), como estratégia adicional para reduzir o risco da transmissão urbana, principalmente nos municípios afetados.

Mais informações podem ser obtidas nos sites oficiais do Ministério da Saúde, ou por meio gt-arbo@saude.gov.br e/ou notifica@saude.gov.br.

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