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SESAI apresenta ações da Agenda Integrada da Saúde da Criança Indígena para o Condisi MRPU

Escrito por Tatiana Teles | Publicado: Quarta, 25 de Outubro de 2017, 10h58 | Última atualização em Quarta, 25 de Outubro de 2017, 14h44

Apresentação aconteceu durante a 2ª Reunião Ordinária do Conselho Distrital de Saúde Indígena

A Área Técnica de Vigilância Alimentar e Nutricional da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Médio Rio Purus (MRPU), apresentou, na 2ª Reunião Ordinária do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), a Agenda Integrada de Ações voltadas às crianças com até cinco anos de idade. O encontro aconteceu no mês de setembro, na cidade de Canutama (AM).

A Agenda Integrada de Ações de Saúde da Criança Indígena é uma estratégia elaborada pela SESAI, em parceria com a Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), que tem a finalidade de reduzir o adoecimento e mortes infantis por causas evitáveis.

Durante o encontro, a Responsável Técnica da Vigilância Alimentar e Nutricional do DSEI MRPU, a nutricionista Gisele Franco, apresentou aos conselheiros distritais os sete eixos estratégicos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), reforçando a prioridade conferida pela política às crianças indígenas em situação de vulnerabilidade das aldeias de abrangência do DSEI.

“Ressaltamos também a importância da atuação do Conselheiro Distrital e seu papel com efetiva participação nessas discussões, estabelecendo pactuações e corresponsabilização na área da Saúde da Criança Indígena”, explica Gisele Franco.

PNAISC
Os sete eixos estratégicos previstos pela PNAISC são: atenção humanizada e qualificada à gestação, parto, nascimento e recém-nascido; aleitamento materno e alimentação complementar saudável; promoção e acompanhamento do crescimento e desenvolvimento integral; atenção a crianças com agravos prevalentes na infância e com doenças crônicas; atenção à criança em situação de violências, prevenção de acidentes e promoção da cultura de paz; atenção à saúde de crianças com deficiência ou em situações específicas e de vulnerabilidade; vigilância e prevenção do óbito infantil, fetal e materno.

Por Felipe Nabuco, do Nucom/SVS
Atendimento à imprensa 
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