Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro

Banner estatico portal 960 x 100

Início do conteúdo da página

Técnico do Departamento de Assistência Farmacêutica irá debater a fitoterapia no Sistema Único de Saúde

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Segunda, 23 de Outubro de 2017, 17h38 | Última atualização em Quarta, 25 de Outubro de 2017, 17h41

Programa irá discutir o contexto internacional sobre o assunto e como a temática se desenvolve no Brasil

O técnico Benilson Barreto, do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos irá proferir, hoje (23/10), às 16hs (horário de Brasília), palestra “Fitoterapia Baseada em Evidência”, por meio do programa “CONITEC em Evidência”. A videoconferência pode ser acessada pelo endereço eletrônico – http://datasus.saude.gov.br/index.php/multimidia

O Programa Nacional de plantas medicinais e fitoterápicos visa garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional. Atualmente, os principais instrumentos norteadores para o desenvolvimento das ações/programas com plantas medicinais e fitoterapia são: a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, com diretrizes e linhas de ação para “Plantas Medicinais e Fitoterapia no SUS”, e a “Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos”, com abrangência da cadeia produtiva relacionada.

O SUS oferta à população, com recursos da União, Distrito Federal, Estados e Municípios, doze medicamentos fitoterápicos. Eles constam na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e são indicados, por exemplo, para uso ginecológico, tratamento de queimaduras, auxiliares terapêuticos de gastrite e úlcera, além de medicamentos com indicação para artrite e osteoartrite.

Os produtos à base de plantas medicinais são seguros para a saúde, quando preparados e utilizados corretamente. Eles são testados para a confirmação da eficácia e avaliação dos riscos de seu uso, e também para garantir a qualidade do produto final. Cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e às Vigilâncias Sanitárias Municipais e Estaduais o controle sanitário desses medicamentos.

Por José Miguel, do Nucom/SCTIE
Atendimento à imprensa 
(61) 3315- 3533 / 3580

Fim do conteúdo da página