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Cirurgia em crianças cresce 37% no Instituto Nacional de Cardiologia

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Sexta, 22 de Dezembro de 2017, 15h03 | Última atualização em Sexta, 22 de Dezembro de 2017, 16h19

Transplantes e procedimentos em adultos também crescem, em apoio às redes estadual e municipal do Rio de Janeiro

O balanço prévio do ano de 2017 do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) já revela aumento expressivo de cirurgias pediátricas, de 37,5% de janeiro a novembro, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O instituto projeta ultrapassar as 300 cirurgias de crianças e adolescentes neste ano - até novembro, chegou a 293, ante as 213 de 2016.

Houve até agora 10 transplantes, um deles pediátrico, enquanto no ano passado inteiro haviam sido 6, ao todo - outro dado importante. De janeiro a novembro, foram 1.338 cirurgias totais (em adultos e pediátricas), um crescimento de 6,3%, já que haviam sido 1.258 nos 11 meses do ano anterior.

“Há um esforço de absorção dos serviços cardíacos mais complexos, em apoio especialmente à rede estadual e municipal do Rio de Janeiro, que depende dessas cirurgias e tratamentos”, ressalta a coordenadora hospitalar do INC, Aurora Issa.

O INC promoveu duas ações no Largo do Machado, ponto turístico tradicional do Rio de Janeiro, para prevenção à hipertensão (em abril) e para orientações sobre a doação de órgãos (em setembro). O instituto ainda fechou parceria com a Associação Saúde Criança, organização sem fins lucrativos, que promove o autossustento de famílias em situação de risco social encaminhadas por instituições públicas de saúde.

“É preciso que pacientes cardíacos continuem o tratamento nas melhores condições enquanto não estão conosco no instituto, por isso a ideia de melhorar sua vida por inteiro”, conta a coordenadora de planejamento do INC, Flavia Motta.

EXTENSÃO DO TRATAMENTO - O trabalho teve início há três meses. Assim como outras unidades de saúde, o INC encaminha famílias para continuar o tratamento especialmente de crianças no pós-alta hospitalar.

“Nós fazemos um trabalho de dois anos com essas famílias. Com a ajuda de psicólogos, assistentes sociais e arquitetos, auxiliamos na compra de remédios e comida, e encaminhamos os responsáveis pelo paciente, quando desempregados, para cursos profissionalizantes. A intenção é promover o autossustento das famílias ao final desses dois anos”, explica Cristiana Veloso, membro da Saúde Criança.

Em outubro, a primeira família de um paciente do INC foi encaminhada à organização. Até este mês, mais três famílias passaram a ser auxiliadas. Para fortalecer com os pequenos pacientes do INC, membros da Saúde Criança estiveram nesta quinta-feira (21/12) no instituto para entregar presentes de Natal às crianças internadas.

“Estou com o coração na mão, mas me sentindo bem acolhida com minha filhinha”, reconhece a dona de casa Janaína Pereira da Silva, 36 anos, mãe da paciente Ana Luiza, de 1 ano e meio. A menininha ganhou uma boneca de seu tamanho enquanto espera a cirurgia, prevista para a próxima semana.

Por Géssica Trindade e Gabriela Morgado, Ascom MS/RJ
Assessoria de Imprensa
(21) 3985-7444 / 7475

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