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Em Alagoas, 73 municípios utilizam práticas integrativas no tratamento de pacientes do SUS

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quinta, 15 de Março de 2018, 12h09 | Última atualização em Quinta, 15 de Março de 2018, 14h47

Biodança, yoga, massagem, auriculoterapia e acupuntura são algumas das práticas oferecidas a pacientes que são atendidos na atenção básica, no estado

As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são ofertadas à população de Alagoas. No estado, medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular/biodança, yoga, massagem, auriculoterapia e acupuntura são as práticas oferecidas na Atenção Básica para o tratamento de usuários do SUS, em 73 municípios. Essas práticas são alguns dos tratamentos que utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para tratar e prevenir diversas doenças, como depressão e hipertensão. Em 2017, foram registrados mais de 2,5 mil atendimentos individuais no estado. Na última segunda-feira (12), o Ministério da Saúde anunciou a inclusão de 10 novas práticas integrativas no SUS, agora os pacientes podem contar com 29 PICS.

As 29 práticas integrativas e complementares oferecidas no Sistema Único de Saúde são: ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, termalismo social/crenoterapia, yoga, apiterapia, aromoterapia, bioenergética, cromoterapia, constelação familiar, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozoniterapia e terapia de florais.

Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre medicina convencional e práticas integrativas e complementares. Além disso, há crescente número de profissionais capacitados e habilitados e maior valorização dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte dessas práticas.

As terapias estão presentes em 9.350 estabelecimentos em 3.173 municípios brasileiros, sendo que 88% são oferecidas na Atenção Básica. Atualmente, a acupuntura é a mais difundida com 707 mil atendimentos e 277 mil consultas individuais. Em segundo lugar, estão as práticas de Medicina Tradicional Chinesa com 151 mil sessões, como taichi-chuan e liangong. Em seguida aparece a auriculoterapia com 142 mil procedimentos. Também foram registradas 35 mil sessões de yoga, 23 mil de dança circular/biodança e 23 mil de terapia comunitária, entre outras.

CONGRESSO

O Brasil é referência na área e para tratar desse assunto, o Ministério da Saúde promove entre os dias 12 e 15 de março o 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública (INTERCONGREPICS), e o 3º Congresso Internacional de Ayurveda. Os dois eventos são realizados no Rio de Janeiro, no Centro de Convenções Riocentro, com programação integrada e a presença de cerca de quatro mil pesquisadores do assunto.

O encontro promove debates com pesquisadores internacionais e do Brasil, e troca de experiências entre os profissionais, gestores e pesquisadores das diversas práticas integrativas. Mais de 900 trabalhos científicos, de todas as regiões do país e de outros países também, estão sendo apresentados no evento.

IMPLANTAÇÃO

As práticas integrativas e complementares são ações de cuidado transversais e podem ser realizadas na atenção básica e na média e alta complexidade. Não existe uma adesão à PNPIC: a política traz diretrizes gerais para a incorporação das práticas nos serviços.  Compete ao gestor municipal elaborar normas para inserção da PNPIC na rede municipal de Saúde.

Na Atenção Básica, o pagamento é realizado pelo piso da atenção básica (PAB) fixo (per capita), ou por PAB variável, que corresponde ao pagamento por equipes de saúde da família, agentes comunitários e núcleos de saúde da família, ou ainda o programa de melhoria do acesso e da qualidade (PMAQ). Dessa forma, os procedimentos ofertados através da Portaria nº145/2017 estão dentro do financiamento do PAB e não geram recursos por produção.

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), publicada em 2006, instituiu no Sistema Único de Saúde (SUS) abordagens de cuidado integral à população por meio de sistemas complexos e outras práticas que envolvem recursos terapêuticos diversos. Desde a sua implantação, o acesso dos usuários do SUS a essas práticas integrativas tem crescido exponencialmente.

Municípios que ofertam práticas integrativas em Alagoas

AL

Anadia

AL

Boca da Mata

AL

Cajueiro

AL

Delmiro Gouveia

AL

Dois Riachos

AL

Igaci

AL

Junqueiro

AL

Maceió

AL

Marechal Deodoro

AL

Palmeira dos Índios

AL

Pão de Açúcar

AL

Pilar

AL

Teotônio Vilela

AL

ÁGUA BRANCA

AL

ARAPIRACA

AL

ATALAIA

AL

BARRA DE SANTO ANTÔNIO

AL

BARRA DE SÃO MIGUEL

AL

BELO MONTE

AL

CACIMBINHAS

AL

CAMPESTRE

AL

CHÃ PRETA

AL

COLÔNIA LEOPOLDINA

AL

CORURIPE

AL

ESTRELA DE ALAGOAS

AL

INHAPI

AL

MAJOR ISIDORO

AL

MATA GRANDE

AL

MATRIZ DE CAMARAGIBE

AL

MURICI

AL

OURO BRANCO

AL

PENEDO

AL

PINDOBA

AL

PIRANHAS

AL

PORTO REAL DO COLÉGIO

AL

SANTANA DO IPANEMA

AL

SÃO JOSÉ DA LAJE

AL

SÃO JOSÉ DA TAPERA

AL

SÃO LUÍS DO QUITUNDE

AL

SENADOR RUI PALMEIRA

AL

TAQUARANA

AL

GIRAU DO PONCIANO

AL

TRAIPU

AL

CANAPI

AL

CAPELA

AL

CRAÍBAS

AL

FLEXEIRAS

AL

IGREJA NOVA

AL

JACARÉ DOS HOMENS

AL

JARAMATAIA

AL

JEQUIÁ DA PRAIA

AL

JUNDIÁ

AL

MARAGOGI

AL

MARAVILHA

AL

MAR VERMELHO

AL

MESSIAS

AL

OLHO D'ÁGUA DAS FLORES

AL

OLHO D'ÁGUA GRANDE

AL

OLIVENÇA

AL

PALESTINA

AL

PARICONHA

AL

PAULO JACINTO

AL

POÇO DAS TRINCHEIRAS

AL

QUEBRANGULO

AL

RIO LARGO

AL

SANTANA DO MUNDAÚ

AL

SÃO MIGUEL DOS CAMPOS

AL

SÃO MIGUEL DOS MILAGRES

AL

SÃO SEBASTIÃO

AL

SATUBA

AL

TANQUE D'ARCA

AL

UNIÃO DOS PALMARES

AL

VIÇOSA

Por Carolina Valadares e Nicole Beraldo da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3533/3580/ 3880

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