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Rio Grande do Sul terá reforço para reduzir filas de cirurgias  

Escrito por Nicole Beraldo | Publicado: Quinta, 25 de Outubro de 2018, 16h50 | Última atualização em Quinta, 25 de Outubro de 2018, 16h54

O estado já realizou 16.509 cirurgias eletivas entre julho de 2017 e junho de 2018. Mais R$ 13,6 milhões estão disponíveis para que o estado possa agilizar cirurgias já agendadas

A população do Rio Grande do Sul será beneficiada com R$ 13,6 milhões para reduzir a espera de quem está na fila para cirurgias eletivas. O estado realizou em um ano 16.509 procedimentos eletivos, ou seja, aquelas cirurgias sem caráter de urgência agendadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para todas as especialidades. No total, R$ 250 milhões serão repassados para todo o país, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União, que prevê a realização de até 285 tipos de procedimentos ambulatoriais e hospitalares da tabela SUS. Os novos recursos devem incentivar estados e municípios a organizarem mutirões de cirurgias eletivas, diminuindo o tempo dos pacientes na fila de espera.

A distribuição dos recursos para o custeio da estratégia considerou os critérios populacionais para que estados e municípios se organizem da melhor forma, definindo os serviços de referência e a regulação do acesso da população a estes estabelecimentos. As gestões devem utilizar os recursos para ampliar a oferta, independentemente da rotina já existente nos serviços de saúde.

Os recursos serão transferidos por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) aos estados e municípios, mediante produção apresentada. As cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos dos serviços de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) e têm financiamento assegurado pelo repasse mensal de recursos destinados ao custeio de procedimentos de média e alta complexidade, enviados de forma regular e automática a todos os estados e municípios brasileiros.

CIRURGIAS ELETIVAS

Os procedimentos cirúrgicos eletivos fazem parte da rotina dos atendimentos dos serviços de saúde do SUS e têm financiamento assegurado pelo repasse mensal de recursos de média e alta complexidade, enviados de forma regular e automática a todos os estados e municípios brasileiros.

Cabe aos gestores estaduais, do Distrito Federal e municipais a organização e a definição dos critérios regulatórios que garantam o acesso preferencial aos pacientes cuja solicitação já esteja inserida na regulação. Compete a eles administrar as demandas, de acordo com as necessidades, com planejamento e organização da rede de atenção à saúde e dos recursos disponíveis, assim como implementar mecanismos de regulação e contratualização que ajudem na eficiência dos serviços prestados à população.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde

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(61) 3315-3580 / 3880

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