Ir direto para menu de acessibilidade.
    Você está aqui:
  1. Página inicial
  2. >
  3. Últimas notícias
  4. >
  5. Notícias SESAI
  6. >
  7. Indígenas e profissionais do DSEI Potiguara resgatam uso de plantas medicinais
Início do conteúdo da página
grupo existe desde 2012

Indígenas e profissionais do DSEI Potiguara resgatam uso de plantas medicinais

Escrito por Leonardo | Criado: Quarta, 19 de Março de 2014, 14h53 | Publicado: Quarta, 19 de Março de 2014, 14h53 | Última atualização em Quarta, 19 de Março de 2014, 17h14

Com  o objetivo de resgatar o uso de plantas medicinais já utilizadas, historicamente, pela população indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Potiguara, fortalecendo a identidade, o enriquecimento da cultura e a valorização dos saberes próprios da comunidade, foi criado, em 2012, o grupo “Amor de Planta Medicinal Potiguara”, iniciativa do cacique Anibal, da aldeia Jaraguá. Atualmente, o grupo é composto por membros da comunidade indígena da própria aldeia e com representantes das aldeias Forte e Três Rios, sob a jurisdição do DSEI Potiguara, localizado na Paraíba.

O grupo conta com a participação de profissionais da Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) e técnicos da Divisão de Atenção à Saúde Indígena (DIASI), no Polo  Base de Rio Tinto. Além disso, em 2013, um acordo de cooperação técnica foi assinado entre o DSEI Potiguara e o Centro de Defesa do Saber Popular em Saúde da Paraíba (CEDESPS/PB).

Nos encontros do grupo, que ocorrem todos os meses, são discutidos os preparos e as plantas já utilizadas pela comunidade. Esse conhecimento caracteriza-se como um saber tradicional que passa de geração em geração. O índio é, em geral, um profundo conhecedor da flora e utiliza este recurso para a elaboração de produtos utilizados com fins medicinais.

Experiência abordada em encontro
No ano passado, o grupo “Amor de Planta Medicinal Potiguara” apresentou um trabalho no “XX Encontro de Plantas Medicinais Utilizadas na Atenção Primária”, realizado em João Pessoa. Na ocasião, a enfermeira Tereza Silma abordou a experiência da equipe.

Por João Bosco de Araújo

Fim do conteúdo da página