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AVANÇO

Oficina de Geoinformação em Saúde Indígena representa marco na organização do SasiSUS

Escrito por Leonardo | | Publicado: Terça, 09 de Dezembro de 2014, 15h53 | Última atualização em Terça, 09 de Dezembro de 2014, 15h53

A Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) deu início, na manhã desta terça-feira (9), às atividades da Oficina de Geoinformação em Saúde Indígena. O evento reúne, em Brasília (DF), coordenadores dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), além de chefes das Divisões de Atenção à Saúde Indígena (DIASI), dos Serviços de Edificações e Saneamento Ambiental (SESANI) e os presidentes dos Conselhos Distritais de Saúde Indígena (Condisi). O objetivo da oficina é apresentar os resultados dos mapeamentos e validar o reconhecimento dos territórios pertencentes aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

Durante a solenidade de abertura, o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves de Souza, enfatizou a importância do evento, que é considerado um marco na organização do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). “Pelo processo que se está buscando, seremos capazes de saber onde as pessoas estão de fato. Saberemos a localização exata de cada aldeia”, afirmou.

Segundo o secretário, o mapeamento da logística de acesso às aldeias facilita na elaboração dos planos de transporte de cada DSEI, permitindo um planejamento mais estruturado, com menos custo e melhor transporte. “Esta ferramenta auxiliará muito a gestão. Poderemos identificar, por exemplo, quais aldeias têm sistema de abastecimento de água já instalado”, destacou.

O diretor do Departamento de Gestão da Saúde Indígena (DGESI), Rafael Bonassa, reforçou a importância da ferramenta, capaz de instrumentalizar os gestores da Sesai na tomada de decisões. “A utilização do georreferenciamento mudará a forma de atuação para os diversos níveis da gestão”.

Além do secretário Antônio Alves e do diretor do DGESI, participaram da mesa de abertura o coordenador de Monitoramento e Avaliação da Saúde Indígena (CGMASI/DGESI/Sesai), Renato Apolinário; a diretora do Departamento de Atenção à Saúde Indígena, Danielle Soares Cavalcante; e o representante dos coordenadores distritais, o coordenador do DSEI Porto Velho, Jaumir Marques Ferreira.

Programação
Após a mesa de abertura, a parte da manhã trouxe três palestras importantes para o entendimento da necessidade de dados georreferenciados, bem como da construção e trabalho demandado para o GEOSI. O coordenador da CGMAS,I Renato Apolinário, abordou a apropriação dos conceitos e organização dos DSEIs, conforme a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas.

João Mendes da Rocha, diretor do Departamento de Gestão de Políticas de Desenvolvimento Regional, do Ministério da Integração Nacional, apresentou uma análise geográfica do território. Por fim, Dênis de Moura Soares, coordenador-geral de Gestão Estratégica, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, falou sobre as aspirações da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE) na consolidação dos dados geoespaciais brasileiros.

A partir desta quarta-feira (10), a programação contempla palestras e oficinas, que se integram de acordo com o tema. Confira a programação completa aqui.    

Por Déborah Proença
Foto: Luís Oliveira/Sesai-MS

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