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Profissionais do DSEI Altamira são capacitados em malária

Escrito por Leonardo | | Publicado: Quinta, 12 de Março de 2015, 15h43 | Última atualização em Quinta, 12 de Março de 2015, 15h43

Técnicos de enfermagem do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Altamira participam, até esta sexta-feira (13), de um curso de capacitação sobre malária. Promovido pelo DSEI Altamira, o curso visa aprimorar os conhecimentos dos profissionais nos aspectos que envolvam a realização dos testes rápidos e gota espessa, diagnostico clínico, prevenção e tratamento da doença. O evento, que acontece no município de Altamira (PA), teve início na última segunda-feira (9).

De acordo com o coordenador do DSEI Altamira, Lindomar Carneiro da Silva, durante os últimos quatro anos, houve uma redução considerável de incidências da doença entre a população indígena. “Essa capacitação é de extrema importância para intensificar as ações de vigilância e, principalmente, no controle dos casos de malária na população de jurisdição do DSEI”, destaca o coordenador do distrito.

Ele acrescenta que outros dois cursos estão previstos para este ano de 2015. Ao todo, 60 profissionais técnicos de enfermagem estarão capacitados até o fim do ano.

Capacitação para Aisan
Começou na última segunda-feira (2) a capacitação para os Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN). Neste módulo, os AISAN estão recebendo informações teóricas sobre abastecimento de água, educação ambiental, saúde ambiental e o papel do AISAN no controle e prevenção de doenças. O evento também acontece no município de Altamira (PA), com encerramento nesta sexta-feira (13).

“O objetivo do curso é capacitar os AISAN para operacionalizar e conservar as instalações de saneamento existentes nas aldeias, bem como o abastecimento de água e melhorias sanitárias domiciliares. Eles devem, ainda, orientar a comunidade quanto ao uso dessas instalações e medidas de destinação adequada dos resíduos sólidos e preservação do meio ambiente para promoção à saúde”, relata o chefe da Sesani, José Ciro de Lima e Silva. De acordo com Merivaldo de Jesus Paz Chipaya, Aisan da aldeia Tukamã, “esses cursos são essenciais porque levam para nossa comunidade ensinamentos sobre o que é saúde e os fatores que podem desencadear as doenças“.

 

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