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Etapa Amapá e Norte do Pará define propostas para a 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena

Escrito por Gustavo Frasão | Publicado: Quarta, 19 de Dezembro de 2018, 15h57 | Última atualização em Quarta, 19 de Dezembro de 2018, 15h58

Conferência Distrital conta com 96 delegados, dos quais 48 são usuários indígenas representando as 15 etnias que vivem na região

Fotos: Márcia do Carmo / Do Carmo Photografia

A Etapa Distrital Amapá e Norte do Pará da 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (6ª CNSI) levou cerca de 100 pessoas para a capital Macapá na segunda-feira (17). De voadeira, de avião, de ônibus ou automóvel de menor porte, todos chegaram em tempo para participar da solenidade de abertura, realizada na manhã da terça-feira (18). “Esta Conferência é a oportunidade que temos de avançar no que já conquistamos e colocar novas questões em pauta, encaminhando diretrizes para a nova PNASPI (Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas)”, lembrou o coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena Amapá e Norte do Pará (DSEI), Silney Anika. “Se queremos melhorias, o momento de opinar é agora, na CNSI”, disse o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Wellisson Narciso.

Até a quinta-feira (20), os 96 delegados eleitos nas Etapas Locais vão escolher, dentre as 100 propostas encaminhadas para a Etapa Distrital, as 70 que vão para o relatório final, que, por sua vez, serão enviados para a Etapa Nacional, marcada para maio de 2019, em Brasília. As discussões giram em torno de sete eixos temáticos, envolvendo desde questões relacionadas ao financiamento até determinantes e condicionantes sociais da saúde indígena. “Nós sabemos quais são as consequências da perda do território, da degradação do ambiente ou da perda das tradições culturais e elas não são boas”, lembrou o representante do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena (CISI), Élio Araújo de Oliveira, que é do Mato Grosso do Sul.

Após a abertura, o restante do dia foi dedicado a exposições sobre os sete eixos da Conferência: Articulação dos sistemas tradicionais indígenas de saúde; Modelo de atenção e organização dos serviços de saúde; Recursos humanos e gestão de pessoal em contexto intercultural; Infraestrutura e saneamento; Financiamento; Determinantes sociais de saúde; e Controle social e gestão participativa. As exposições foram realizadas pela própria equipe do DSEI, com a contribuição do coordenador-geral do Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Amapá, Roberto Bauer, que tratou do tema controle social e gestão participativa, em que apresentou as muitas instâncias de controle social, controle interno e externo do setor público.

Por Beth Almeida, da Comunicação SESAI
Atendimento à imprensa:

(61) 3315.3580

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