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Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil é tema de oficina promovida pela SESAI

Escrito por Gustavo Frasão | Publicado: Quinta, 11 de Abril de 2019, 17h31 | Última atualização em Quinta, 11 de Abril de 2019, 17h31

O encontro em Brasília discute a importância da amamentação dos bebês indígenas e da introdução de alimentação complementar para as crianças até dois anos de idade

Foto: Alejandro Zambrana

A Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) está realizando nesta semana (de 08 a 12 de abril) uma oficina com representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), para a formação do núcleo operacional que irá discutir a adaptação da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB) para a Saúde Indígena.

A EAAB foi instituída pela Portaria MS nº 1.920/13 (Brasil, 2013) e tem como objetivos qualificar as ações de promoção, de proteção e de apoio ao aleitamento materno e a alimentação complementar saudável para crianças menores de dois anos de idade, além de aprimorar as competências e habilidades dos profissionais de saúde para a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e a alimentação complementar como atividade de rotina.

A adaptação da EAAB para a realidade indígena compõe um dos eixos da Agenda Integrada de Saúde da Criança Indígena, que constitui a parceria entre a SESAI e a Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), por meio da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN) e da Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno (CGSCAM). A finalidade é fortalecer e ampliar os programas de proteção e atenção integral à saúde da criança indígena, por meio de ações de qualificação da assistência e promoção da saúde, além de assegurar o direito à saúde e a qualidade de vida das crianças, mulheres e famílias indígenas e reduzir a morbimortalidade infantil por causas evitáveis.

A importância da amamentação como a intervenção mais efetiva para a redução da morbimortalidade infantil – e após os seis meses de aleitamento materno exclusivo a introdução de alimentos saudáveis – complementa as inúmeras qualidades do leite materno e provê o aporte de nutrientes necessários para garantir o crescimento e o desenvolvimento do bebê. Além disso, aproxima progressivamente a criança dos hábitos alimentares da família, permitindo que ela descubra novos sabores, texturas e competências.

Considerando que algumas comunidades indígenas enfrentam situação de grande vulnerabilidade, o que reflete negativamente em seu perfil de saúde, a CGAN firmou parceria com a Rede IBFAN Brasil (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar – International Baby Food Action Network), a fim de conduzir a adaptação da EAAB para a realidade indígena, respeitando a visão de mundo e as especificidades culturais das diversas etnias.

Com a implantação da estratégia EAAB nos DSEI, espera-se que ocorra o fortalecimento das ações de promoção do aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida; e complementar até os dois anos ou mais. Essas são práticas que contribuem efetivamente para a redução da morbimortalidade infantil e para a consequente melhoria dos indicadores.

Até junho deste ano, ainda serão executados projetos pilotos em dois Distritos Sanitários Especiais Indígenas, que serão desenvolvidos em conjunto com todos os parceiros envolvidos.

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Comunicação SESAI
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