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DSEI Alto Rio Solimões realiza cadastro de idosos para melhorar atendimento

Escrito por Leonardo | Criado: Quarta, 27 de Novembro de 2013, 11h42 | Publicado: Quinta, 23 de Janeiro de 2014, 11h42 | Última atualização em Quarta, 27 de Novembro de 2013, 11h42

O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Solimões, através dos 12 Polos Base, - Umariaçu I, Umariaçu II, Belém do Solimões, Feijoal, Filadélfia, Vendaval, Campo Alegre, SPO – Sede, Nova Itália, Vila Betânia, Tonantins e Vila Bittencourt -, está realizando um cadastro dos idosos pertencentes ao distrito com o intuito de conhecer o perfil epidemiológico, identificar os principais problemas e necessidades e, assim, desenvolver ações para melhor atendê-los.

Dos 55.277 indígenas do DSEI, 2.931 são idosos e, além do cadastro, eles recebem atendimento da Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI), que conta com enfermeiros, médico, nutricionista, odontólogo, psicólogo e farmacêutico, além dos Agentes Indígenas de Saúde (AIS), que ajudam na tradução.

O trabalho faz parte do programa “Saúde do Idoso”, implantado este ano no DSEI, conforme orientações da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e preconização do Ministério da Saúde. “Trabalhamos com grupos de idosos onde é realizada a educação em saúde com os mais diversos temas, por exemplo, práticas de atividade física, higiene corporal e bucal, orientações sobre o uso correto de medicamentos, alimentação saudável, entre outros. O intuito é a valorização do idoso procurando sempre oferecer subsídios para um envelhecimento ativo e saudável”, explica a enfermeira do DSEI, Isabela Resende.

Com a implantação do programa os profissionais do distrito começaram a realizar mais buscas aos idosos e, com isso, houve um aumento na procura deles por atendimento. Os grupos de trabalho são realizados, mensalmente, com uma média de 30 idosos, com exceção do Polo de Belém do Solimões com uma média de 70 participantes por semana, pioneiro na realização dos grupos antes mesmo do início do programa. “O intuito destas atividades é aproximá-los do Polo não apenas para o trabalho curativo como era feito e, sim, para trabalhar a prevenção e promoção da saúde. No começo, a resistência era bem maior por parte dos idosos, hoje eles já estão se interessando mais e é visível como eles se sentem bem após as atividades, se interagem uns com os outros”, disse Isabela.

O DSEI abrange sete etnias: Ticuna, Kambeba, Kaixana,Witoto, Maku Yuhup, Kokama e Kanamari. Ainda segundo Isabela, o objetivo, agora, é ampliar a cobertura de acompanhamento dos idosos. “Vamos dar continuidade aos grupos para aumentar o número de participantes e desenvolver ações específicas de acordo com as necessidades observadas após a realização de todos os cadastros”, finalizou a enfermeira.

Por Graziela Oliveira

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