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Secretário fala das expectativas e desafios da 5ª CNSI em entrevista para Rádio Nacional da Amazônia

Escrito por Leonardo | Criado: Terça, 03 de Dezembro de 2013, 10h06 | Publicado: Sexta, 24 de Janeiro de 2014, 10h06 | Última atualização em Quinta, 30 de Janeiro de 2014, 15h38

entrevista Rádio Amazônia 5CNSIO secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves, falou, na manhã desta terça-feira (3), das expectativas e desafios da 5ª Conferência Nacional de Saúde (5ª CNSI), durante entrevista concedida à radialista Beth Begonha. Diretamente de um estúdio da Rádio Nacional da Amazônia, montado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), local onde ocorre o evento, Antônio Alves destacou os temas que nortearão os debates nas plenárias e grupos de trabalho. Ele também contextualizou os desafios da Secretaria Especial de Saúde indígena (Sesai) para melhorar o atendimento nas aldeias e chegar aos locais de difícil acesso da região Amazônica. A entrevista também contou com a participação do deputado Federal Padre Tom (RO).

Durante a entrevista, Antônio Alves citou a criação da Sesai, em outubro de 2010. Lembrou que o órgão já era uma reivindicação antiga das comunidades indígenas, presente na primeira Conferência Nacional de Proteção à Saúde do Índio, em 1986. O secretário enfatizou, ainda, os ganhos proporcionados com a criação da nova secretaria dentro da estrutura organizacional do Ministério da Saúde. “Quando o ministro Padilha reúne sua equipe, semanalmente, para debater ações e organizar os serviços lá está a Sesai, fazendo parte do colegiado e sendo incluída na execução de programas e articulação de ações”, explicou.

O secretário também falou dos avanços da secretaria nos últimos três anos. Enfatizou que a necessidade de reestruturar os serviços, organizar os processos de trabalho e melhorar a logística para o acesso das equipes de saúde às aldeias necessitavam ser priorizados.

“Passamos a focar as reformas de nossas Casas de Saúde Indígena (Casais) e dos postos de saúde nas aldeias. Entretanto, não adianta melhorar as condições de trabalho lá na ponta sem garantir o fácil acesso das equipes. Com isso, passamos a investir na aquisição de barcos, motores de popa, contratação de horas voo e reestruturamos a nossa frota de veículos naqueles distritos onde a maioria dos deslocamentos é feita por via terrestre”, destacou.

Outro importante avanço ressaltado por Antônio Alves diz respeito à implementação do Programa “Mais Médicos”, que tem possibilitado a chegada de profissionais nas regiões mais remotas do país. “Hoje, já contamos com um incremento de 125 profissionais. No Vale do Javari (AM), por exemplo, três médicos já atuam na assistência das comunidades nas aldeias. A nossa expectativa é que até o final do programa possamos contratar 250 médicos”, disse.

Antônio Alves encerrou a participação na entrevista enfatizando “a alegria de estar participando de um momento histórico na Saúde Indígena”. Reforçou os desafios da Conferência de avaliar a execução da atual política, ratificar aquilo que tem dado certo e de propor novas diretrizes para que a assistência aos mais de 817 mil indígenas do país seja mais humanizada e de qualidade.

Por Felipe Nabuco
Foto: Luís Oliveira - Sesai/MS

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