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Secretário visita aldeias Guaranis no litoral do Rio de Janeiro

Escrito por Leonardo | | Publicado: Sexta, 24 de Janeiro de 2014, 12h00 | Última atualização em Segunda, 10 de Fevereiro de 2014, 14h36

O secretário Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Antônio Alves, visitou, na última quarta-feira (18), a aldeia indígena Itaximirim, situada no município de Paraty (RJ). No dia anterior, o secretário esteve reunido com indígenas guaranis da aldeia Sapucaia, em Angra dos Reis (RJ). A visita teve como objetivo conhecer melhor as condições de assistência prestada aos indígenas do Rio de Janeiro pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Litoral Sul. Acompanharam o secretário durante a visita, o coordenador do DSEI, Paulo Camargo, e a assessora da Secretaria Especial de Saúde Indígena para o Controle Social, Bianca Moura.

Durante as visitas, Antônio Alves conversou com lideranças indígenas, caciques, pajés e profissionais de saúde. Ouviu as principais queixas da comunidade para que a assistência melhore e firmou compromissos com indígenas e profissionais. “Vamos elaborar um projeto para reconstruir todos os módulos de melhorias sanitárias existentes nas aldeias, já que se tratam de equipamentos construídos há mais de 10 anos e já precisam de reformas imediatas”, disse o secretário.

Durante a visita ao posto de saúde na aldeia Sapucaia, onde vivem 89 famílias, todas da etnia Guarani, Antônio Alves também conferiu as condições de funcionamento do prédio e avaliou as possibilidades de reformar e ampliar a unidade já no próximo ano. “Além da reforma e ampliação, vamos fazer a revisão de todo o sistema de abastecimento de água da aldeia”, garantiu o secretário.

Integração
Um dos momentos mais produtivos da visita foi a realização de uma roda de conversa, na aldeia Itaximirim, entre o secretário Antônio Alves, a pajé da aldeia, Alzira Guarani; o cacique, Miguel Benito; e os profissionais da equipe de saúde (médico, técnica de enfermagem e um Agente Indígena de Saúde). “Aqui, o primeiro socorro a que eles recorrem, em caso de doenças, é a pajé da aldeia. O tempo é o deles. Nós não interferimos. Eles realizam as práticas deles e quando notam que o problema não está chegando a uma solução encaminham para nós. Se passado o tempo, nós também não conseguimos realizar, devolvemos à pajé”, explica o médico da comunidade, Fernando Loro. Por Felipe Nabuco

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