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Entre nove países, Brasil auxilia na construção de indicadores para populações em situação de vulnerabilidade no Equador

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Terça, 03 de Julho de 2018, 14h46 | Última atualização em Terça, 03 de Julho de 2018, 15h16

Ação mobilizada pela OPAS/OMS tem como objetivo fortalecer as políticas de equidade em saúde, em especial à saúde das populações negra, cigana e indígena

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Crédito: Divulgação Brasil participa da construção de indicadores para a Estratégia e o Plano de Ação para a implementação da Política sobre Etnicidade e Saúde para as Américas

Na última semana, nos dias 27 e 28/06, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, por meio do seu Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social, participou da construção de indicadores para a Estratégia e o Plano de Ação para a implementação da Política sobre Etnicidade e Saúde para as Américas. A ação mobilizada pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), contou com a participação de nove países da América Latina, no Quito, capital do Equador.

No primeiro dia (27), Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Uruguai, Paraguai, Peru e Venezuela apresentaram o que estão realizando em prol das políticas públicas de promoção da equidade em saúde, em especial às populações negra, cigana e indígena, em suas respectivas localidades.

Presididas pela OPAS/OMS, o público alvo – mesclado entre representantes dos Ministérios da Saúde da América do Sul, representantes de população negra, cigana e povos indígenas – foi dividido em quatro linhas de estratégias de ação: geração de evidência; impulso na formulação de políticas; promoção da participação social e alianças estratégicas; e o reconhecimento dos conhecimentos anteriores e da medicina tradicional.

Sobre a consulta regional, o diretor do DAGEP/SGEP, Marcus Peixinho, enfatizou que o diálogo enriqueceu a atividade de forma positiva visando aprimorar as políticas de equidade em saúde nos referidos países. “É de extrema importância que possamos consolidar dados, estratégias, ações e que ressaltemos a importância do recorte raça/cor,gênero e modo de vida dentro das políticas. Quanto mais alinhado estivermos, mais as gestões poderão fazer pelas populações em situação de vulnerabilidade”.

Na manhã do segundo dia (28), houve a quinta linha de estratégia de ação: desenvolvimento das capacidades de todos os níveis. A atividade teve como forma uma plenária.

A fim de finalizar os trabalhos, na parte da tarde, reflexões e discussões norteadoras com os países da América Latina sobre as políticas de promoção de equidade em saúde resultaram no consolidado de Estratégias e do Plano de Ação para a implementação da Política sobre Etnicidade e Saúde para as Américas firmada entre OPAS/OMS e a Organização das Nações Unidas (ONU).

Por Caroline Oliveira, do Nucom SGEP Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580

 

 

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