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Atividades sobre as políticas de equidade em saúde são realizadas na UNB

Escrito por Gustavo Frasão | | Publicado: Quinta, 22 de Novembro de 2018, 11h01 | Última atualização em Quinta, 22 de Novembro de 2018, 18h17

A ação teve como intuito apresentar e sensibilizar os estudantes de Saúde Coletiva quanto às políticas de equidade em saúde voltadas para as populações em situação de vulnerabilidade

 

Em uma parceria com a Universidade de Brasília (UNB), integrantes do Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) palestraram durante três encontros sobre as políticas de equidade em saúde e populações em situação de vulnerabilidade com alunos do 1º semestre do curso de Saúde Coletiva, na disciplina de Pensamento Social em Saúde no campus da Ceilândia, em Brasília.

A ação teve como intuito apresentar e sensibilizar os estudantes de Saúde Coletiva quanto às políticas de equidade em saúde voltadas para as populações em situação de vulnerabilidade, geridas por esse DAGEP. Cada encontro contou com o número aproximado de 60 alunos e as palestras ocorreram em formato de aulas expositivas e rodas de conversa.

Para o diretor do DAGEP, iniciativas como essas devem ser valorizadas junto aos estudantes. “É necessário que apoiemos essa prática dentro das universidades, que levemos informações e que os alunos tenham esse maior espaço para dialogar, trocar experiências e fortalecer a conscientização sobre o que é a equidade em saúde e as especificidades dessas populações”, afirma.

No dia 19 de setembro, abordou-se a saúde do Povo Cigano/Romani, onde fora apresentado de forma sistematizada sua atual situação de saúde e de vulnerabilidade.

Dando sequência, no dia 1º de outubro, palestrou-se sobre a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), onde foram expostos os embates vivenciados diariamente por essa população, como: violência intrafamiliar, descriminação na escola, exclusão do ambiente de trabalho e intolerância em espaços públicos podem gerar agravos à saúde, uso de álcool e outras drogas, automutilação, depressão e risco de suicídio.

Para o fechamento das atividades, no último dia 19, houve discussão das respectivas políticas de equidade: Política Nacional de Saúde Integral da População Negra; das Populações do Campo, Floresta e das Águas; de Educação Popular em Saúde; Política Nacional para População em Situação de Rua; e por fim, sobre a participação e controle social no Sistema Único de Saúde.

Nas dinâmicas os alunos respondiam suas próprias perguntas. Os conceitos de educação, equidade e participação foram levantados por eles, em seis pequenos grupos. 

O professor responsável pela disciplina da UNB, Miguel Montagner, elogiou o trabalho desenvolvido. “Essa é uma daquelas aulas que marcam a nossa vida para sempre. Uma das únicas oportunidades”, declara.

Ao decorrer dos encontros, os educandos identificaram condições de saúde que têm direta relação com a situação de vulnerabilidade em que as pessoas vivem. Exemplos de doenças prevalentes também foram abordados, como de pele e tuberculose na população em situação de rua e a doença falciforme na população negra. Muitos dos alunos desconheciam as especificidades nas demandas de saúde dessas populações.

Por Caroline Oliveira, do Nucom SGEP
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