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Programa Mais Médicos é tema de debate na reunião da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho

Escrito por Gustavo Frasão | | Publicado: Sexta, 05 de Abril de 2019, 11h20 | Última atualização em Sexta, 05 de Abril de 2019, 15h24

A estruturação das equipes multiprofissionais de saúde e a formação à distância foram assuntos abordados

Foto: Priscilla Klein

Discutir sobre políticas públicas direcionadas à área da saúde foi uma das razões que motivou a participação do Ministério da Saúde na 198° Reunião Ordinária da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de trabalho do Conselho Nacional de Saúde (CIRHRT/CNS), na terça-feira (2/4). O diálogo girou em torno da temática “Programa Mais Médicos para o Brasil: situação atual e perspectivas” e contou com a participação da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Mayra Pinheiro, para esclarecer dúvidas e apontar as novas direções do programa.

A forma como o trabalho tem sido desenvolvido em locais onde o programa é exercido e dúvidas sobre a continuação do programa foram alguns dos assuntos levantados por representantes das categorias dos profissionais de saúde. “Esclarecemos que o programa permanece. As mudanças aconteceram no sentido de alterar o perfil. O Ministério vem mantendo a renovação nas cidades que recebem os médicos do programa apenas nas localidades mais vulneráveis, no perfil 4 a 8 – essa definição é baseada em indicadores definidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que qualifica as regiões brasileiras de acordo com níveis de desenvolvimento econômico”, afirmou Mayra Pinheiro.

A secretaria também sustentou a necessidade de incluir, no âmbito da Atenção Primária, outras categorias de profissionais da saúde. “A estruturação das equipes multiprofissionais de saúde é necessária. Prestar uma assistência de boa qualidade não se restringe à presença de um médico, uma vez que o atendimento não se limita a consultas. Precisamos garantir uma assistência de maior complexidade. Com a estruturação das equipes multiprofissionais, teremos mais profissionais capacitados e habilitados para atender mais brasileiros”, argumentou.

A regulação da atuação profissional e a formação de profissionais da saúde, por meio da modalidade Ensino à Distância (EAD), também foram assuntos abordados. Segundo critérios estipulados pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e pela SGTES, apenas 20% da carga horária dos cursos de formação na área da saúde pode ser cumprida à distância, sendo 80% presencial.

Para Francisco Batista Júnior, representante do Conselho Federal de Farmácia (CFF), esse é um ponto crucial a ser analisado. “Há muito tempo os conselhos lutam para conter a abertura indiscriminada dos cursos EAD. Sentimos que agora vamos conseguir corrigir essa questão”, salientou Francisco.

O evento contou com a presença do diretor do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES) da SGTES, Hélio Angotti, que tratou sobre o tema Residência Multiprofissional. Também participaram do debate representantes de conselhos das 13 categorias da saúde, bem como representantes de associações de ensino da área da saúde.

Por Pricilla Klein, do NUCOM/SGTES
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580

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