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Ministério da Saúde participa de oficina sobre Contas Nacionais da Força de Trabalho em Saúde

Escrito por Gustavo Frasão | | Publicado: Sexta, 30 de Agosto de 2019, 14h21 | Última atualização em Sexta, 30 de Agosto de 2019, 14h21

O evento reuniu representantes de 23 países das Regiões das Américas para estabelecer parâmetros referentes à gestão de dados da Força de Trabalho em Saúde

Foto: Priscilla Klein

Com o objetivo de desenvolver condições e capacidades de recursos humanos para a saúde, a fim de ampliar o acesso e a cobertura de saúde para a população, o Ministério da Saúde (MS) participou, durante os dias 28, 29 e 30 de agosto, da Oficina sobre Contas Nacionais da Força de Trabalho em Saúde (CNFTS), realizada em Brasília-DF.

O evento, organizado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), reuniu representantes de 23 países das Regiões das Américas para compartilhar informações e metodologias que servem de base para a construção de políticas públicas, buscando a melhora progressiva ao acesso universal e à cobertura universal e sustentável na área da saúde, ampliando o recrutamento, contratação, formação, treinamento e retenção dos profissionais saúde.

Leia também: Ministério da Saúde participa de evento no Paraguai sobre recursos humanos em regiões fronteiriças

O diretor do Departamento de Gestão do Trabalho em Saúde (DEGTS), Alessandro Vasconcelos, afirmou, durante a abertura do evento, que a iniciativa é o primeiro passo para se estabelecer parâmetros universais de qualidade e equidade na área da saúde.

“A assistência universal à saúde preconiza que todas as pessoas, independente da região que habitam, tenham a mesma oportunidade de acesso à saúde. Para isso, é imprescindível conhecermos a realidade de cada região, incluindo os profissionais que lá atuam. Nesse contexto, é muito importante trocar informações e aprender sobre as experiências de outros países, para que possamos enriquecer a nossa metodologia e aplicá-la de forma mais segura para transformar o continente em um ambiente mais seguro, do ponto de vista sanitário”, explicou Alessandro.

De acordo com a coordenadora de Capacidades Humanas para a Saúde da OPAS no Brasil, Mónica Padilla, o treinamento consiste em construir coletivamente um conjunto mínimo de dados de RH na saúde, fomentando a gestão de dados da Força de Trabalho. O intuito é que os países façam um balanço sobre as fontes de dados existentes, analisando as dificuldades em obter informações sobre a Força de Trabalho na Região. A partir disso, acordar medidas para a aplicação gradual das Contas Nacionais da Força de Trabalho em nível nacional.

“Esse é um momento importante para se colocar na agenda uma temática fundamental que é a informação e a vivência para tomada de decisões políticas. Para isso, há uma proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) que é uma forma de olhar o campo completo de RH e os principais âmbitos de observação que precisam que ser colocados. A informação se insere como uma forma de planejamento a nível nacional de política. Ao final, teremos um conhecimento melhor da metodologia e da proposta da OPAS, além de uma avaliação dos recursos e necessidades do país, concluiu Padilla.

Por Priscilla Klein, do NUCOM/SGTES
Atendimento à imprensa
(61) 3315-2993

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