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MS reitera segurança da vacina contra HPV

Escrito por Leonardo | | Publicado: Sexta, 28 de Março de 2014, 18h33 | Última atualização em Quinta, 17 de Abril de 2014, 10h00

O Ministério da Saúde reitera que a vacina contra HPV é segura e se constitui em importante ação para prevenir o câncer de colo do útero. A vacina introduzida no calendário brasileiro é também utilizada como estratégia de saúde pública em outros 51 países. Juntos, estes países já aplicaram, desde 2006, cerca de 175 milhões de doses, sem registros de eventos que pudessem colocar em dúvida a sua segurança. Vale ressaltar que todas as avaliações realizadas por comitês científicos dos ministérios da saúde dos países que a adotam a vacina, confirmaram a sua segurança, que também é reforçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

No Rio Grande do Sul, mais de 145 mil meninas, entre 11 e 13 anos, receberam a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) nesta primeira semana. A quantidade representa 56% do total da população prevista (258 mil meninas), apresentando uma das maiores coberturas no país até agora.  A primeira das três doses está sendo aplicada durante a campanha que vai até 10 de abril em todas as escolas do Estado, sejam públicas ou privadas. A vacina estará disponível nos postos de saúde durante todo o ano.

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, foi notificado e confirmou junto aos municípios a ocorrência de seis casos de reações adversas atípicas após a aplicação da vacina. Esses casos também estão sendo acompanhado pelo Ministério da Saúde.

Do total, cinco casos foram registrados em Porto Alegre, três meninas – na faixa etária de 13 anos de idade - apresentaram mal-estar, dores musculares, cefaléia, náusea e foram atendidas por médico, melhorando em seguida e sem a necessidade de hospitalização. Outras duas tiveram os mesmos sintomas com menor intensidade. Todas receberam a vacina na última segunda-feira (24 de março), se recuperaram bem, não apresentando comprometimento do seu estado geral.

O sexto caso registrado é de uma menina de Veranópolis (serra gaúcha) de 11 anos de idade. Na última quinta-feira (20/03), após ser vacinada, ela teve uma crise convulsiva. A ocorrência de convulsões em decorrência da vacina não foi confirmada em estudos internacionais que avaliaram, especificamente, este tipo de condição, como efeito adverso da vacina. A menina foi atendida, passa bem e está sob acompanhamento neurológico.

As seis meninas foram vacinadas com doses do mesmo lote, composto por um total de 89 mil doses. O uso deste lote foi suspenso, como medida de precaução, enquanto ocorre a investigação que vai verificar se há ou não relação entre os eventos e este lote específico. Os eventos relacionados às reações adversas atípicas estão sendo investigados pelo Programa Estadual de Imunizações junto às equipes que atenderam as crianças. A vacinação não foi prejudicada e continua disponível em todo o Estado conforme o calendário pré-definido.

O Ministério da Saúde assegura que todas as vacinas utilizadas no Programa Nacional de Imunizações sejam de produtores que atendam os padrões de qualidade estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde. O Ministério da Saúde realiza testes de segurança em todos os lotes das vacinas e monitora - seguindo padrões internacionais - qualquer evento adverso que possa ser relacionado com a vacinação.

Secretaria de Vigilância em Saúde – Ministério da Saúde

Saiba mais sobre a campanha: Postos de saúde e escolas iniciam vacinação contra HPV

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