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OMS destaca avanços do Brasil no combate às doenças transmitidas por vetores

Escrito por Leonardo | | Publicado: Terça, 08 de Abril de 2014, 12h11 | Última atualização em Quinta, 17 de Abril de 2014, 10h19

Em depoimento, secretário Jarbas Barbosa junta-se às comemorações do Dia Mundial da Saúde

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemorou, neste último dia 70/4, o Dia Mundial da Saúde, enfatizando os graves problemas causados por doenças transmitidas por vetores, tais como dengue, leishmanioses febre amarelas e tantas outras. Com o tema “Pequena mordida, grande ameaça”, a OMS destaca números impactantes: a cada ano, mais de um bilhão de pessoas são infectadas e mais de um milhão morrem de doenças transmitidas por vetores. Doenças que, no entanto, podem ser evitadas.

A OMS destacou as ações desenvolvidas no Brasil no combate às doenças transmitidas por vetores e divulgou um pronunciamento do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, onde ele ressaltou estas doenças como um relevante problema de saúde pública em todo o mundo.

“Hoje, temos uma grande oportunidade de rever as melhorias que os países já alcançaram na eliminação e controle dessas doenças e na resposta aos desafios que temos pela frente para lidar com os determinantes sociais, econômicos e ambientais que têm impacto sobre muitas doenças transmitidas por vetores”, observa o secretário.

Barbosa aponta, em seu depoimento, vários avanços conquistados pelo Brasil no combate aos agravos transmitidos por vetores. A Doença de Chagas, descoberta por um médico brasileiro , Carlos Chagas, teve interrompida, no país, sua transmissão pelo vetor principal , o Triatoma infestans, o que foi reconhecido pela Opas em 2006 .

Redução de óbitos - A dengue é outra doença que tem recebido atenção especial no Brasil, que mantém um programa de controle da dengue nacional permanente e descentralizado para os municípios, que exercem as atividades com a orientação técnica e apoio financeiro do Ministério da Saúde. A prioridade: reduzir o número de mortes devido a esta doença.

A filariose linfática está muito perto de ser eliminada na último bolsão da doença existente nosso país, que é a Região Metropolitana do Recife. Testando cerca de cem mil pessoas em bairros endêmicos, foi encontrado, em  2013, apenas um caso. “Com estes resultados, estamos muito confiantes de que a eliminação da filariose será alcançada em 2015, cinco anos antes do compromisso internacional acordado em 1997”, diz Jarbas Barbosa.

Em relação à malária, que está concentrada na Região Amazônica, os esforços no controle e prevenção da doença têm conseguido resultados positivos. Desde o ano 2000, a incidência de malária caiu cerca de 71% e os casos mais graves da doença causada pelo Plasmodium falciparum apresentaram uma queda significativa de 76%.

A forte queda deve-se principalmente à inclusão de medicamentos altamente ativos no tratamento dos pacientes, à implementação de cuidados e tratamento em até 48 horas após o início dos primeiros sintomas e à integração com cuidados de saúde primários.

“Gostaria de felicitar a OMS pela liderança exercida para manter as doenças transmitidas por vetores na agenda da saúde global, além de reafirmar o Brasil em seu compromisso de trabalhar em conjunto com a OMS e outros países na luta contra as doenças transmitidas por vetores”, encerra o secretário.

Link para o depoimento:

https://www.dropbox.com/s/0ks14vkqvuaxc81/WHD_DrJarbas_subtitle.mp4

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