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Secretário da SVS participa do Dia D contra a Influenza em BH

Escrito por Gustavo Frasão | Publicado: Segunda, 06 de Maio de 2019, 16h30 | Última atualização em Segunda, 06 de Maio de 2019, 16h30

A meta para Minas Gerais é vacinar mais de seis milhões de pessoas

O secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde (SVS/MS), Wanderson Kléber de Oliveira, participou no sábado (4), em Belo Horizonte/MG, do Dia D de Vacinação contra a Influenza. Acompanhado de autoridades da Saúde do estado e do município, o secretário ressaltou que a campanha, diferentemente das realizadas em anos anteriores, faz parte do movimento Vacina Brasil. “O objetivo da estratégia é fazer durante todo o ano ações para melhorar a cobertura vacinal em todo o Brasil”, afirmou, ao garantir que as vacinas são seguras e é importante que as pessoas se imunizem.

A expectativa do Ministério da Saúde, em Minas Gerais, segundo Wanderson, é vacinar contra a Influenza mais de seis milhões de pessoas. Para isso, foram encaminhadas ao estado mais de 6,5 milhões de doses da vacina. “ É importante que os pais ou responsáveis levem as crianças para se vacinar, já que elas não podem ir sozinhas”, reforçou.

Em relação aos boatos que circulam nas redes sociais sobre os perigos da imunização, o secretário disse que “as fake news atrapalham muito e já existe um trabalho do Ministério da Saúde para desmentir e retirar notícias falsas das redes sociais”. Ele afirmou que isso é um problema mundial, ao lembrar o recente surto de sarampo em Nova Iorque/EUA.

Desde 2018, o MS disponibiliza o número (61)99289-4640 de WhatsApp  para envio de mensagens pela população para serem apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira. 

Para a vacinação de influenza, os grupos prioritários são gestantes, crianças de seis meses a menores de seis anos, maiores de 60 anos, puérperas até 45 dias após o parto, professores de escolas públicas e privadas, profissionais da saúde, indígenas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 59,5 milhões de pessoas contra a influenza até 31 de maio; ou seja, 90% do público-alvo.

Também estiveram presentes, no Dia D de Vacinação da Influenza, o secretário-adjunto de Saúde de Minas Gerais, Bernardo Ramos; o subsecretário estadual de Vigilância e Proteção à Saúde, Dario Brock Ramalho; o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto e o subsecretário municipal de Promoção e Vigilância à Saúde; Fabiano Pimenta.

Vacina Brasil

O Movimento Vacina Brasil é uma iniciativa do Governo Federal para reverter o quadro de quedas das coberturas vacinais no país nos últimos anos. O projeto será expandido ao logo de todo o ano, não apenas durante as campanhas de vacinação. A ideia é reunir uma série de ações integradas entre órgãos públicos e empresas, para conscientizar cada vez mais a população sobre a importância da vacinação como medida de saúde pública e desmitificar a campanha de fake news contra as vacinas.

Na sexta-feira (3), ao lado do ministro Mandetta, Wanderson participou, no Rio de Janeiro, da iluminação do Cristo Redentor, com as principais cores do Movimento Vacina Brasil: “É mais proteção para todos”. A ação teve como objetivo chamar o público prioritário para o dia “D” da Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza, realizado, no sábado (4), em todo o país.

Novas tecnologias para enfrentamento da dengue

Questionado sobre o aumento de casos de dengue no estado, Wanderson disse que, infelizmente, esse é um problema em todo o país e adiantou que, além da vacina contra a doença que se encontra em fase de conclusão das pesquisas, Belo Horizonte será a sede do estudo com a bactéria wolbachia. O estudo, realizado em parceria com a Fiocruz, prevê a manipulação dos mosquitos infectados com a bactéria wolbachia que reduz a capacidade do mosquito de transmitir a dengue, a zika e a chikungunya, ou qualquer outro vírus. Além de Belo Horizonte, mais três capitais –Recife (PE), Natal (RN) e Campo Grande (MS) – farão parte do estudo.

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“O projeto busca uma metodologia para estratificação do território em áreas de risco de transmissão dos vírus dengue, zika e chikungunya, com base em parâmetros epidemiológicos, entomológicos, ambientais e sociodemográficos em cidades endêmicas para essas arboviroses”, explicou, ao falar que é uma ação importante, mas que não anula o trabalho do agente de endemia e a cooperação do cidadão. “O combate à dengue precisa do envolvimento de toda a comunidade”, concluiu.

Após a agenda no Centro de Saúde, o secretário visitou o insetário que está em fase de implementação na capital mineira. O espaço está sendo reformado para viabilizar a manipulação dos mosquitos infectados com a bactéria wolbachia, que reduz a capacidade de transmissão da dengue. Até o momento, a prefeitura já investiu R$ 15 milhões para o funcionamento do insetário.

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Por Nucom SVS para a Agência Saúde
Atendimento à imprensa:
(61) 3315.3580

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