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Secretário de Vigilância visita biofábrica de Aedes aegypti com Wolbachia no Rio de Janeiro

Escrito por André | | Publicado: Segunda, 21 de Outubro de 2019, 18h51 | Última atualização em Segunda, 21 de Outubro de 2019, 18h51

O Secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, acompanhou a produção dos Aedes aegypti com Wolbachia, nesta segunda-feira (21), no campus da Fiocruz no Rio de Janeiro (RJ). Ele percorreu a biofábrica e conheceu todas as fases de desenvolvimento destes mosquitos, da produção de ovos à preparação para liberação. Também acompanhou como é feito o diagnóstico da presença da Wolbachia nos mosquitos, conheceu a armadilha utilizada para capturar os mosquitos em campo e visitou ainda a equipe de engajamento comunitário.  

O projeto WMP Brasil é conduzido pela Fiocruz e faz parte de uma iniciativa global, sem fins lucrativos, presente em 12 países, chamada World Mosquito Program (WMP). No Brasil, os mosquitos com Wolbachia já foram liberados em bairros do Rio de Janeiro e Niterói (RJ). No próximo ano, com apoio do Ministério da Saúde, a iniciativa chegará a Campo Grande (MS), Petrolina (PE) e Belo Horizonte (MG). 

Estes mosquitos são aliados no combate à dengue, Zika e chikungunya, pois têm a capacidade reduzida de transmitir essas doenças. Eles carregam a Wolbachia, uma bactéria intracelular e que impede o desenvolvimento destes vírus no mosquito. O objetivo do WMP é substituir a população de Aedes aegypti por uma população destes mosquitos com Wolbachia. Para isto, são liberados Aedes com Wolbachia semanalmente nos bairros para que eles se reproduzam e a bactéria seja transmitida de uma geração a outra. Este método não possui modificação genética. 

Para conhecer melhor o Método Wolbachia do WMP, basta acessar wmpbrasil.org.

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