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Tratamento

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quinta, 27 de Março de 2014, 15h30 | Última atualização em Terça, 12 de Setembro de 2017, 12h11

Para os casos em que a presença do parasito é detectada, o tratamento antifilarial específico deve ser adotado, com vistas a debelar a infecção. Para tanto, a droga de escolha é a Dietilcarbamazina. No período pré tratamento deve-se realizar a quantificação da carga parasitária, por meio da coleta do sangue venoso (sangue total com EDTA), através da técnica de filtração em membrana de policarbonato, bem como o seguimento do antígeno circulante filarial por meio dos testes de AD12 (cartão ICT) e Og4C3-ELISA (coleta de soro). Para esta análise a amostra de sangue deverá ser encaminhada para o SRNF/CPqAM. Dietilcarbamazina (DEC) A DEC é um derivado da piperazina utilizada atualmente no Brasil, na forma de comprimidos de 50mg da droga ativa. Sua administração é por via oral e apresenta rápida absorção e baixa toxicidade. Esta droga tem efeito micro e macro filaricida, com redução rápida e profunda da densidade das microfilárias no sangue. O esquema padrão de tratamento com DEC, recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é de 6mg/Kg/dia por 12 dias, podendo-se dividir a dose total diária em três subdoses. Porém, deve-se evitar sua administração em crianças com menos de dois anos de idade e gestantes. Se indicado, a solicitação desse medicamento deverá ser feita pela Secretaria Estadual de Saúde, via sistema SIES – Sistema de Informação Insumos Estratégicos.

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