Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro

INFORME AS DOSES E ESTOQUES DAS VACINAS EM SEU MUNICÍPIO ATÉ 30/11

Início do conteúdo da página
Manejo integrado de vetores (MIV)

Manejo integrado de vetores (MIV)

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quarta, 07 de Maio de 2014, 11h44 | Última atualização em Quinta, 08 de Maio de 2014, 14h29

Manejo integrado de vetores (MIV)

O Manejo Integrado de Vetores (MIV proposto pela  Organização Mundial de Saúde , é uma processo de tomada de decisão racional para a otimização dos recursos para o controle de vetores . A abordagem visa melhorar a eficácia, a relação custo-efetividade e a sustentabilidade do controle de doenças  transmitidas por vetores . O objetivo final é impactar sobre  a transmissão de doenças transmitidas por vetores , como a malária , dengue,  leishmaniose e doença de Chagas, entre outras.

Os principais elementos do  MIV são: i)conhecimento local  sobre a ecologia dos vetores (criadouros, ciclo de vida, comportamentos de alimentação e repouso), padrões de transmissão da doença, recursos e condições socioeconômicas prevalentes para direcionar as estratégias e intervenções;  ii) estabelecimento de regulamentação e legislação para a saúde pública de forma a assegurar a implementação efetiva e sustentável das intervenções para prevenção de doenças transmitidas por vetores; iii) colaboração entre o setor saúde e diferentes setores públicos e privados cujas ações impactam na população de vetores; iii) fortalecimento e envolvimento de comunidades  e organizações não governamentais para assegurar sua participação e comprometimento  para o  planejamento e implementação de intervenções de controle vetorial; iv) integração de metodologias de controle vetorial  que sejam apropriadas as condições ecológicas e epidemiológicas locais; e iv)recursos humanos adequados,  infraestrutura física  e fortalecimento dos requisitos técnicos e habilidade de gestão dos profissionais.

As recomendações da Organização Mundial de Saúde para o Manejo Integrado de Vetores podem ser visualizadas no seguinte endereço eletrônico http://whqlibdoc.who.int/hq/2004/WHO_CDS_CPE_PVC_2004_10.pdf

O Ministério da Saúde está impulsionando o Manejo Integrado de Vetores para as doenças de transmissão vetorial.

As recomendações da Coordenação do Programa Nacional de Controle da Malária sobre o Manejo Integrado de Vetores podem ser visualizadas aqui.

 

Documentos e guias para subsidiar o MIV

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti – LIRAa – para Vigilância Entomológica do Aedes aegypti no Brasil

Esse manual foi desenvolvido para atender a  necessidade de se contar com um levantamento entomológico capaz de gerar informações oportunas para aumentar a eficácia do controle vetorial.

 

As recomendações para a execução do LIRAa  podem ser consultadas aqui.

Guia de Vigilância do Culex quinquefasciatus

Este guia tem o propósito de apresentar os aspectos relacionados à vigilância e ao manejo/controle integrado do mosquito, subsidiando os profissionais de saúde pública que atuam no controle de vetores. Tal preocupação é justificada, uma vez que esse mosquito é considerado um dos mais importantes fatores de incômodo nos ambientes urbanos, além de ser um importante vetor de agentes patogênicos, tais como parasitas e vírus.

As recomendações descritas neste Guia são direcionadas para as ações de controle integrado, visando à redução e/ou eliminação de focos potenciais, mediante o uso racional de medidas de controle mecânico, químico e biológico, com destaque para a importância das intervenções de educação em saúde pública e de melhoria das condições de saneamento ambiental. Essas ferramentas, quando utilizadas de forma integrada, contribuem para o controle do Culex quinquefasciatus, assim como para a prevenção e controle de doenças transmitidas por esses vetores, com consequente melhoria da qualidade de vida das populações.

Tendo em vista os diversos ambientes em que são encontrados (urbanos, rurais e silvestres), sua elevada abundância, ampla distribuição geográfica, além de sua implicação como vetor da filária e de arbovírus, considerou-se importante direcionar o enfoque deste Guia para o Culex quinquefasciatus, diante da necessidade de um controle integrado de vetores que amplie a abordagem também para outros artrópodes de importância em saúde pública.

As recomendações para o manejo integrado do mosquito podem ser consultadas aqui.

Fim do conteúdo da página