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Todas as crianças de 6 meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas contra o sarampo

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Orientações

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quinta, 27 de Março de 2014, 15h30 | Última atualização em Quarta, 09 de Agosto de 2017, 17h01

 

O diagnóstico específico de cada paciente, com suspeita de Síndrome da Rubéola Congênita, é da maior importância para a Vigilância Epidemiológica. A seguir, são descritos os exames laboratoriais disponíveis, sua interpretação e as normas de coleta dos espécimes.

 

NOTA INFORMATIVA - Recomendações e esclarecimentos da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) e da Secretaria de Atenção a Saúde (SAS) referente à não realização de exame sorológico com pesquisa de IgM para rubéola em gestantes durante o pré-natal.

 

Testes laboratoriais:

  • PCR: detecta material genético do vírus em amostra clínica (urina e secreção nasofaríngea)
  • Isolamento viral em cultura de células: útil para identificar o genótipo do vírus, possibilitando conhecer a origem do vírus, em casos importados, e também diferenciar o vírus selvagem do vacinal.
  • Diagnóstico histopatológico - realizado a partir de coleta de material “post-mortem”. 

 

>> Confira aqui informações sobre coleta e conservação de material para diagnóstico da síndrome da rubéola congênita.

 

 

>> Confira aqui informações sobre coleta e conservação de material para diagnóstico da síndrome da rubéola congênita.

 

 

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