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Vacinação: quais são as vacinas, para que servem, por que vacinar, mitos

Escrito por André | | Publicado: Sexta, 16 de Agosto de 2019, 08h12 | Última atualização em Sexta, 18 de Outubro de 2019, 15h54

Qual a importância da vacinação?

O ditado popular “melhor prevenir do que remediar” se aplica perfeitamente à vacinação. Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche são só alguns exemplos de doenças comuns no passado e que as novas gerações só ouvem falar em histórias.

Nesta página, você vai encontrar as principais informações e orientações sobre as vacinas disponíveis gratuitamente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Não deixe que doenças já erradicadas no país voltem. Vacine-se!

Por isso, não podemos deixar de buscar as vacinas disponíveis nas salas de vacinação, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). São 300 milhões de doses das vacinas incluídas no Calendário Nacional de Vacinação.

Não vamos deixar que doenças já erradicadas no Brasil voltem a assombrar as nossas crianças! Lembrem-se que a saúde não é uma responsabilidade exclusiva do Ministério da Saúde, das secretarias, dos profissionais e dos médicos. É de todos nós. Mantenham o cartão de vacinas atualizado!

Assista ao vídeo e tire todas as suas dúvidas sobre vacinação!

 

Vacinação: entenda o porquê a vacinação é importante. As vacinas evitam doenças e salvam vidas!

 

Calendário de vacinação

O Calendário Nacional de Vacinação contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas 19 vacinas para mais de 20 doenças, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.

IMPORTANTE: Saiba quais são as vacinas que devem ser tomadas em cada uma das fases da vida.

Clique no público-alvo e veja quais são as vacinas recomendadas e o seu esquema vacinal

calendário nacional de vacinação

 

As vacinas são seguras?

Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias.

É importante saber também que toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final que é a aplicação, garantindo assim sua segurança. Além disso, elas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. E não é só isso. O acompanhamento de eventos adversos continua acontecendo depois que a vacina é licenciada, o que permite a continuidade de monitoramento da segurança do produto.

 

O que é preciso ser feito para me vacinar?

Toda a população pode se vacinar gratuitamente nas mais de 36 mil salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país. Para isso, basta comparecer a um posto de saúde com o cartão de vacinação em mãos.

Para quem perdeu o cartão de vacinação, a orientação é para procurar o posto de saúde onde recebeu as vacinas para resgatar o histórico de vacinação e fazer a segunda via. A ausência da Caderneta de Vacinação não é um impeditivo para vacinar. Toda pessoa pode ser vacinada nos postos de saúde, onde recebe um registro de controle da vacinação (cartão), podendo atualizar mais tarde a Caderneta.

Ressalta-se que o cartão de vacinação é o documento que comprova a situação vacinal do indivíduo, devendo ser guardado junto aos demais documentos pessoais.

 


Sobre o Programa Nacional de Imunizações (PNI) Fechar

O Programa Nacional de Imunizações tem avançado ano a ano para proporcionar melhor qualidade de vida à população com a prevenção de doenças. Tal como ocorre nos países desenvolvidos, o Calendário Nacional de Vacinação do Brasil contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas na rotina de imunização 19 vacinas, cuja proteção inicia nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.

As vacinas são seguras e estimulam o sistema imunológico a proteger a pessoa contra doenças transmissíveis. Quando adotada como estratégia de saúde pública, elas são consideradas um dos melhores investimentos em saúde, considerando o custo-benefício.

O Programa Nacional de Imunizações do Brasil é um dos maiores do mundo, ofertando 45 diferentes imunobiológicos para toda a população. Há vacinas destinadas a todas as faixas-etárias e campanhas anuais para atualização da caderneta de vacinação.

Conheça o Calendário Nacional de Vacinação

Acesse o vacinômetro e acompanhe a vacinação pelo Brasil

História da vacinação no Brasil

O êxito das Campanhas de Vacinação contra a varíola na década dos anos sessenta mostrou que a vacinação em massa tinha o poder de erradicar a doença. O último caso de varíola notificado no Brasil foi em 1971 e, no mundo, em 1977 na Somália.

Em 1973 foi formulado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), por determinação do Ministério da Saúde, com o objetivo de coordenar as ações de imunizações que se caracterizavam, até então, pela descontinuidade, pelo caráter episódico e pela reduzida área de cobertura. A proposta básica para o Programa, constante de documento elaborado por técnicos do Departamento Nacional de Profilaxia e Controle de Doenças (Ministério da Saúde) e da Central de Medicamentos (CEME - Presidência da República), foi aprovada em reunião realizada em Brasília, em 18 de setembro de 1973, presidida pelo próprio Ministro Mário Machado Lemos e contou com a participação de renomados sanitaristas e infectologistas, bem como de representantes de diversas instituições.

Em 1975 foi institucionalizado o PNI, resultante do somatório de fatores, de âmbito nacional e internacional, que convergiam para estimular e expandir a utilização de agentes imunizantes, buscando a integridade das ações de imunizações realizadas no país. O PNI passou a coordenar, assim, as atividades de imunizações desenvolvidas rotineiramente na rede de serviços e, para tanto, traçou diretrizes pautadas na experiência da Fundação de Serviços de Saúde Pública (FSESP), com a prestação de serviços integrais de saúde através de sua rede própria. A legislação específica sobre imunizações e vigilância epidemiológica (Lei 6.259 de 30-10-1975 e Decreto 78.231 de 30-12-76) deu ênfase às atividades permanentes de vacinação e contribuiu para fortalecer institucionalmente o Programa.

Em seguimento à erradicação da varíola, inicia-se em 1980 a 1ª Campanha Nacional De Vacinação Contra A Poliomielite, com a meta de vacinar todas as crianças menores de 5 anos em um só dia. O último caso de poliomielite no Brasil ocorreu na Paraíba em março de 1989. Em setembro de 1994 o Brasil junto com os demais países da região das Américas, recebeu da Comissão Internacional para a Certificação da Ausência de Circulação Autóctone do Poliovírus Selvagem nas Américas, o Certificado que a doença e o vírus foram eliminados de nosso continente.

De 1990 a 2003, o PNI fez parte da Fundação Nacional de Saúde. A partir de 2003, passou a integrar o DEVEP/SVS - Secretaria de Vigilância em Saúde, inserido na Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI).

Ao longo do tempo, a atuação do PNI alcançou consideráveis avanços ao consolidar a estratégia de vacinação nacional. As metas mais recentes contemplam a eliminação do sarampo e do tétano neonatal. A essas, se soma o controle de outras doenças imunopreveníveis como Difteria, Coqueluche e Tétano acidental, Hepatite B, Meningites, Febre Amarela, formas graves da Tuberculose, Rubéola e Caxumba em alguns Estados, bem como, a manutenção da erradicação da Poliomielite.

O PNI adquire, distribui e normatiza também o uso dos imunobiológicos especiais, indicados para situações e grupos populacionais específicos que serão atendidos nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). É também de responsabilidade desta coordenação a implantação do Sistema de Informação e a consolidação dos dados de cobertura vacinal em todo o país.

Destacamos que o objetivo principal do Programa é de oferecer todas as vacinas com qualidade a todas as crianças que nascem anualmente em nosso país, tentando alcançar coberturas vacinais de 100% de forma homogênea em todos os municípios e em todos os bairros.

O PNI é, hoje, parte integrante do Programa da Organização Mundial da Saúde, com o apoio técnico, operacional e financeiro da UNICEF e contribuições do Rotary Internacional e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).


Campanhas Fechar

O Ministério da Saúde promove duas campanhas anuais de vacinação, junto com Secretarias de Saúde de estados, municípios e Distrito Federal. São as campanhas da gripe, realizada no primeiro semestre, antecedendo o período mais frio do ano, e de atualização da Caderneta de Vacinação. Além disso, a cada quatro anos, todas as crianças menores de cinco são também alvo da campanha de vacinação contra sarampo.

  • Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza (Gripe)
  • Campanha de Multivacinação para a Atualização da Caderneta de Vacinação
  • Campanha de Seguimento contra Sarampo

O Ministério da Saúde realiza vacinação também para a população indígena.

Veja Calendário Nacional de Vacinação Indígena


Vacinas para grupos especiais Fechar

O Ministério da Saúde, em conformidade com a Constituição Federal e atendendo aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), implantou, de forma gradual, os Centros de Referências de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) em todo o território brasileiro desde 1993.

Os CRIEs têm como finalidade facilitar o acesso da população aos imunobiológicos especiais, em especial das pessoas com imunodeficiências congênita ou adquirida e de outras condições especiais de morbidade ou pessoas expostas a situações de risco.  Além disso, os Cries buscam garantir os mecanismos necessários para investigação, acompanhamento e elucidação dos casos de eventos adversos graves e/ou inusitados associados temporalmente à aplicação de imunobiológicos.

Até o ano de 2016, todas as Unidades Federadas contavam com, pelo menos, uma unidade do CRIEs. Atualmente, existem 47 unidades localizadas em todo o território nacional.


Avaliação das coberturas vacinais Fechar

Confira os Informativos de campanhas

Campanha contra Influenza 2016
Campanha contra Influenza 2017
Avaliação da Campanha de multivacinação 2016

Brasil
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Acre
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Alagoas
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Amapá
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Amazonas
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Bahia
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Ceará
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Distrito Federal
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Espírito Santo
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Goiás
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Maranhão
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Mato Grosso
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Mato Grosso do Sul
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Minas Gerais
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Para
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Paraíba
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Paraná
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Pernambuco
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Piauí
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Rio de Janeiro
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Rio Grande do Norte
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Rio Grande do Sul
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Rondônia
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Roraima
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Santa Catarina
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

São Paulo
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Sergipe
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios

Tocantins
Coberturas vacinais
Distribuição dos municípios


SI-PNI Fechar

O Programa Nacional de Imunizações é responsável por reunir as informações de vacinação de todo o país. Para isso, são utilizados sistemas informatizados que facilitam o acompanhamento por todos os gestores.

O PNI, desde 1994, utilizou sistemas de informação com dados agregados, ou seja, os municípios realizavam suas ações de imunização, consolidavam as informações de doses aplicadas e enviavam esse quantitativo total ao Ministério da Saúde por meio do Sistema de Informação de Avaliação do Programa de Imunização (API) e, mais recentemente, por meio do Sistema de Informação de Avaliação do Programa de Imunizações versão WEB (APIWEB).

No entanto, esses dados, apesar de serem adequados para avaliação de cobertura vacinal, doses aplicadas e taxa de abandono, não permitem avaliar algumas informações sobre as pessoas vacinadas, como local de residência (já que os dados enviados referem-se às pessoas vacinadas em cada município e podem ser vacinadas pessoas de outros municípios), as adequações de esquema vacinal, dentre outras.

Para resolver esses problemas, foi desenvolvido pelo DATASUS- RJ um sistema de informação nominal do Programa Nacional de Imunizações, o SIPNI. Com entrada de dados individual e por procedência, esse sistema permite o acompanhamento do vacinado em vários lugares do Brasil, bem como a localização da pessoa a ser vacinada, através dos seus dados cadastrais.
O SIPNI já está em funcionamento desde 2010, no entanto, a expansão de utilização deste novo sistema não foi impulsionada pela falta de equipamentos de informática em todas as salas de vacina do país.

Por isso, em outubro de 2012, com o intuito de auxiliar/subsidiar a compra de computadores para todas as salas de vacina cadastradas no SIAPI, o PNI repassou por meio da Portaria 2.363/2012 e do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde (PVVPS) o valor de R$1.500,00. O recebimento deste recurso estava condicionado à assinatura de Termo de Adesão e deliberação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) sobre a centralização (compra estadual) ou descentralização (compra municipal) da aquisição das máquinas.

Em 2013, todos os municípios e estados que haviam aderido à portaria receberam o recurso com previsão de execução em 2013. No entanto, a compra poderá ser realizada até 2014.
O ofício circular 123/2013 – GAB/SVS/MS, enviado aos Secretários de Estaduais de Saúde, estabelece como prazo final, para implantação do SIPNI aos municípios e Estados que aderiram à Portaria 2.363, o dia 31 de dezembro de 2013.

Para facilitar o entendimento e apoiar a utilização do SIPNI, o PNI produziu videoaulas que auxiliarão no treinamento para utilização do novo sistema de informação. Essas videoaulas estão disponíveis no canal do Ministério da Saúde no YouTube® e podem ser acessadas por qualquer interessado. Esse manual é um material didático que tem o intuito também de auxiliar o treinamento e solucionar dúvidas.

Objetivos do Sistema

Objetivo geral

Registrar individualmente dados de vacinação de todos os residentes do Brasil

Objetivos específicos

  • Fornecer dados sobre pessoas vacinadas;
  • Fornecer dados sobre movimentação de imunobiológicos nas salas de vacinação;
  • Reduzir erros de imunização;
  • Ser o único meio de transmissão de dados de vacinação para o Programa Nacional de Imunizações;

Público-alvo

  • Salas de vacina de todo o Brasil onde serão vacinadas todas as pessoas do país;
  • Qualquer interessado em dados de imunização poderá ter acesso a relatórios consistentes sobre pessoas vacinadas para qualquer vacina;

Desenvolvimento do SIPNI

O SIPNI foi desenvolvido pelo PNI - Programa Nacional de Imunizações em parceria com o DATASUS - Departamento de Informática do SUS, com a finalidade de substituir sistemas utilizados pelo Programa Nacional de Imunização: SI-API; SI-AIU, SI-EAPV e SI-CRIE.

Desenvolvido na linguagem de programação Java e banco de dados PostgreSQL. Ambos são softwares livres, ou seja, não proprietários, logo não acarretam custos para o gestor. Além disso, a linguagem Java tem a facilidade de permitir que os aplicativos desenvolvidos com esta tecnologia possam ser instalados em diferentes sistemas operacionais. Este é o conceito de Sistemas Multiplataforma.

Requisitos mínimos para utilizar o SIPNI

Para utilizar o SIPNI, no caso da rede pública de saúde, é necessário o “aval” das instâncias superiores da coordenação de imunização. No caso da rede privada, é necessária minimamente a informação da utilização para as instâncias superiores da coordenação de imunização, e elaboração do fluxo de transmissão de dados ao PNI, já que quem o faz é a instância municipal. O SIPNI é software que registra individualmente cada pessoa vacinada, em cada sala de vacina do país, por esse motivo, todo estabelecimento que passar a utilizar o software necessita ter um computador. As configurações mínimas do computador para o funcionamento do SIPNI são:

  • Processador: Pentium III Hard disk:
  • 20 GB (~ 500 Mb Livres)
  • Floppy disk: 1.44 MB
  • Unidade óptica:
  • Leitor de CD-ROM ou Porta USB
  • Memória: 256 MB

Obs.: Essas são as configurações mínimas, porém, recomenda-se o uso de computadores mais modernos e velozes.

Utilização do SIPNI

O SIPNI substitui todos os sistemas locais de imunização, portanto, quando o usuário instala e passa a utilizar o SIPNI, os sistemas antigos não precisam ser mais utilizados. Quando o estabelecimento de saúde passa a registrar todos os seus vacinados no SIPNI, o APIWEB ou ainda o API DOS não devem mais ser utilizados. O mesmo acontece para o SICRIE. A partir do momento que o CRIE passa a utilizar o SIPNI, não se deve mais utilizar o SICRIE, mantendo-o instalado na máquina apenas para consultar as informações dos usuários antigos do CRIE. É importante que esta substituição seja realizada com sucesso, para que não haja duplicidade da informação enviada.

Instalação do SI-PNI

A primeira instalação do SIPNI é relativamente fácil em virtude do pacote disponibilizado pelo DATASUS. Esse pacote contém os aplicativos de sistemas, o Java, o gerenciador de banco de dados PostgreSQL e o script de criação da base de dados SIPNI.

O pacote de instalação pode ser obtido por meio do site si-pni.datasus.gov.br

Download e instalação do SIPNI

Para começar a utilizar o SIPNI, o usuário – como será chamado o interessado em utilizar o software - deverá abrir o navegador da internet (Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Safari, ou similares).

Vídeo aula SI-PNI

Manual do SIPNI

SIPNI (DATASUS)

Nota Informativa nº 47/2018 referente à integração dos sistemas de informação SIPNI e e-SUS AB


Rede de frio Fechar

A Rede de Frio caracteriza-se por especificidades de natureza técnico-administrativa e logística, orientadas pelo PNI, com a finalidade de assegurar o bom funcionamento da cadeira de frio, isto é, o processo logístico aplicado à conservação adequada dos imunobiológicos, garantindo a preservação de suas características originais.

A Rede, organizada nas diferentes esferas administrativas, dispõe de estruturas físicas similares nas diversas instâncias (estadual, regional e municipal), denominadas Centrais de Rede de Frio – CRF. As CRF proporcionam efetivamente as condições adequadas à manutenção da cadeia de frio, com foco na segurança e na qualidade dos processos de armazenamento, distribuição e transporte. Possuem fluxos operacionais semelhantes, variando seus dimensionamentos em função do perfil epidemiológico e da consequente demanda onde se inserem. A consolidação da Política Nacional de Imunizações acontece nas salas de vacinação e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), instância local. A promoção da garantia de um imunobiológico com qualidade/potência preservada tem como um dos requisitos primordiais o armazenamento apropriado ao longo da Rede de Frio Nacional.

Nessa perspectiva, o PNI apoia o lançamento do Projeto Nacional de Investimento para aprimoramento da Rede de Frio, visto que, em 2011, o Diagnóstico Situacional da Rede de Frio indicou a necessidade premente de investimento para reestruturação, no que tange atualização e manutenção da estrutura disponível, e ainda, expansão da capacidade instalada.


Aquisição de imunobiológicos Fechar

O suprimento regular de imunobiológicos de qualidade comprovada e os quantitativos necessários para atendimento à população são a principal garantia para a prevenção das doenças imunopreveníveis e para o tratamento com os soros.

O PNI oferece, no Calendário Nacional de Vacinação, todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, além de imunobiológicos especiais, de alto custo financeiro, para grupos em situação de maior risco.

Destaca-se, ainda, um rígido controle de qualidade nos padrões dos mais eficientes e sofisticados programas de vacinação do mundo, garantido por uma Rede de Frio destinada à conservação dos produtos e por modernos e bem equipados Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais - CRIE. 

A aquisição dos imunobiológicos disponibilizados no Calendário Nacional de Vacinação é realizada por contratos com os laboratórios oficiais, inseridos na política de insumos estratégicos da saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), dando condições à autossuficiência da fabricação de imunobiológicos. Além disso, os produtos não fornecidos por esses laboratórios públicos podem ser adquiridos por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Distribuição de imunobiológicos aos estados

Conforme disposto pela lei 8.080 em seu artigo 6º, está incluída no campo de atuação do Sistema Único de Saúde a formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção.

A Portaria Ministerial 1.378, de 09 de julho de 2013, que regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde, define como responsabilidade:

  • Do ente federal: o provimento dos imunobiológicos definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (artigo 6º, inciso XIX, alínea a);
  • Do ente estadual: “a gestão dos estoques estaduais de insumos estratégicos de interesse da Vigilância em Saúde, inclusive o armazenamento e o abastecimento aos Municípios, de acordo com as normas vigentes” (artigo 9º, inciso XVII);
  • Do ente municipal: a “gestão do estoque municipal de insumos de interesse da Vigilância em Saúde, incluindo o armazenamento e o transporte desses insumos para seus locais de uso, de acordo com as normas vigentes” (artigo 11, inciso XIV).

Desse modo, os Estados fazem solicitações mensais dos imunobiológicos e as enviam para a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações. Para a distribuição dos imunobiológicos, a CGPNI, em conjunto com outras áreas técnicas responsáveis do Ministério da Saúde, realiza mensalmente uma análise minuciosa considerando o grupo alvo, o esquema de vacinação e as situações especiais definidas no Calendário Nacional de Vacinação.

Além disso, são considerados outros critérios como: média histórica de distribuição de anos anteriores; quantitativo solicitado pela unidade federada; estoques disponíveis nos âmbitos nacional e estadual; validade dos imunobiológicos disponíveis; cronogramas de entregas futuras pelos laboratórios produtores e situações de surtos e/ou emergências em saúde.

Após a autorização, via sistema informatizado - SIES - Sistema de Insumos Estratégicos em Saúde, para o envio dos imunobiológicos, a entrega aos estados é agendada pela Central de Armazenagem e Distribuição de Insumos Estratégicos – Cenadi, localizada na cidade do Rio de Janeiro, onde os produtos encontram-se armazenados.

O cronograma para distribuição mensal de rotina obedece aos seguintes prazos:

Data

Ação

Responsáveis

Dia 01 a 03 de cada mês

Envio das solicitações por meio do Sistema de Informações em Insumos Estratégicos – SIES

Coordenações dos Programas Estaduais de Imunizações

Dia 04 a 09 de cada mês

Consolidação e análise das solicitações estaduais

Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações – CGPNI

Áreas Técnicas responsáveis da Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis – CGDT

Dia 10 de cada mês

Autorização para envio dos imunobiológicos

Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações

Dia 10 a cada último dia útil do mês

Envio dos imunobiológicos a cada Unidade Federada

Central de Armazenagem e Distribuição de Insumos Estratégicos – CENADI

Para possibilitar a realização das Campanhas, os quantitativos a serem enviados são definidos pela CGPNI e também é necessária a autorização por meio do SIES. Nesses casos, é solicitada prioridade/urgência à Cenadi para entrega dos produtos aos estados.

Após o recebimento dos imunobiológicos nas Centrais Estaduais, conforme define a Portaria Ministerial 1.378, de 09 de julho de 2013, é de responsabilidade de cada Secretaria Estadual a distribuição aos municípios, de modo a manter a rede abastecida a rede do SUS.


Capacitação Fechar

A contínua expansão do Programa Nacional de Imunizações – PNI – trouxe em seu bojo um aumento considerável do volume de imunobiológicos que merecem uma atenção no que se refere aos cuidados com os produtos desde o momento no qual são recebidos do laboratório até quando são administrados no usuário do SUS. Este fluxo caracteriza-se por especificidades de natureza técnica e logística que devem estar no domínio dos responsáveis diretos por essa rede, bem como dos que fazem a coordenação do PNI nas diferentes instâncias.

Coloca-se, assim, como imprescindível a necessidade de atualização técnica contínua e com qualidade, de modo a cobrir a extensão do nosso país. A realidade atual, especialmente os avanços no tocante à tecnologia, coloca a educação a distância como forte aliada para que o PNI possibilite a atualização continuada, rápida e eficiente de um número representativo de profissionais que exercem suas funções junto ao SUS. Soma-se a essa demanda a publicação recente, por parte do PNI, de materiais normativos cuja utilização, como base para um processo de atualização técnica, será fundamental para a disseminação dessas novas orientações com a consequente incorporação na rotina das atividades.

Hoje, visando à atualização técnica dos profissionais que atuam em imunização como estratégia para aperfeiçoamento dos processos de trabalho e, por conseguinte, para a melhoria da qualidade no serviço de saúde, são ofertados três cursos de capacitação, em decorrência do Chamamento Público nº 05/2014 da Secretaria de Vigilância, cujos objetos referem-se às iniciativas educacionais aplicadas à Vigilância em Saúde, quais sejam:

  • Capacitação de profissionais vinculados a Rede de Frio;
  • Capacitação de profissionais sob a temática do sistema de informação que estejam vinculados ao programa de imunização;
  • Capacitação em Sala de Vacinação.

Publicações Fechar

Plano de Erradicação da Poliomielite: Estratégia no Brasil

Livro 40 anos do Programa Nacional de Imunização (PNI)

Denominadores para o cálculo de coberturas vacinais: um estudo das bases de dados para estimar a população menor de um ano de idade*

Vigilância das coberturas de vacinação: uma metodologia para detecção e intervenção em situações de risco

Recomendações para imunização ativa e passiva de doentes com neoplasias

Inquérito de cobertura vacinal nas áreas urbanas das capitais do Brasil

Organizando a vacinação: subsídios para as equipes locais

Programa Nacional de Imunizações 30 anos

Conservação de Imunobiológicos Organização interna do refrigerador do tipo doméstico

Recomendações para vacinação em pessoas infectadas pelo HIV

Boletim Epidemiológico Volume 46 nº 30 2015 Programa Nacional de Imunizações: aspectos históricos dos calendários de vacinação e avanços dos indicadores de coberturas vacinais, no período de 1980 a 2013

Monitoramento rápido de coberturas vacinais pós-campanhas de vacinação no Brasil: 2008, 2011 e 2012

Coberturas vacinais e doenças imunopreveníveis no Brasil no período 1982-2012: avanços e desafios do Programa Nacional de Imunizações 

Classificação de risco de transmissão de doenças imunopreveníveis a partir de indicadores de coberturas vacinais nos municípios brasileiros 

Avaliação do sistema de informação do programa de imunizações (si-api) 

Portarias

Portaria nº 2.992, de 26 de dezembro de 2012 - Institui repasses financeiros do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde, para fomento e aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio, em âmbito estadual e regional;

Portaria nº 3.301, de 26 de dezembro de 2013 - Autoriza o repasse financeiro de investimento do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais e Municipais para aquisição de equipamentos, material permanente e/ou unidade(s) móvel(is) para fomento e aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio;

Portaria nº 1.429, de 03 de julho de 2014Estabelece procedimentos e critérios para o repasse de recursos financeiros de investimento pelo Ministério da Saúde, destinados ao fomento e ao aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

Portaria nº 2.627, de 27 de novembro de 2014Autoriza o repasse financeiro de investimento do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais e Municipais para aquisição de equipamentos, material permanente e/ou unidade(s) móvel (eis) para fomento e aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio;

Portaria nº 2.751, de 10 de dezembro de 2014 - Autoriza o repasse financeiro de investimento do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais e Municipais para aquisição de equipamentos, material permanente e/ou unidade(s) móvel(is) para fomento e aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio;

Portaria nº 2.415, de 11 de novembro de 2016 - Autoriza o repasse financeiro de investimento do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Distrital e Municipais para construção ou ampliação de Centrais de Rede de Frio (CRF) destinado ao fomento e aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio;

Portaria nº 381, de 6 de fevereiro de 2017 - Dispõe sobre as transferências, fundo a fundo, de recursos financeiros de capital ou corrente, do Ministério da Saúde a Estados, Distrito Federal e Municípios destinados à execução de obras de construção, ampliação e reforma.

Notas e Informes

Nota Informativa nº 47/2018 referente à integração dos sistemas de informação SIPNI e e-SUS AB

Informe técnico da ampliação da oferta das vacinas papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) – vacina HPV quadrivalente e meningocócica C (conjugada)

PNI atualiza as normas de vacinação do viajante internacional contra poliomielite

Nota informativa sobre a ampliação temporária da faixa etária da vacina contra o HPV

Nota Informativa nº 154, de 2017/CGPNI/DEVIT/SVS/MS referente à ampliação da faixa etária de 11 a 14 anos para meninos com a vacina HPV quadrivalente

Nota Informativa Nº 94, de 2017/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Orientações de dose única da vacina febre amarela.

Nota informativa de dezembro de 2016 sobre mudanças no Calendário Nacional de Vacinação para o ano de 2017

Imunobiológicos adquiridos pelo Ministério da Saúde

Informação e avaliação de risco do Ministério da Saúde sobre o isolamento de poliovírus selvagem no Aeroporto Internacional de Viracopos/SP e a situação epidemiológica do sarampo no país. 

Recomendações da Secretaria de Vigilância em Saúde sobre o uso da vacina contra febre amarela

Relatório Técnico nº 01/2016 do Grupo de Trabalho do Ministério da Saúde: Critérios para orientar o processo de decisão para introdução da vacina contra dengue no Programa Nacional de Imunizações (PNI)

Boletim Epidemiológico - Volume 46 - nº 30 - 2015 - Programa Nacional de Imunizações: aspectos históricos dos calendários de vacinação e avanços dos indicadores de coberturas vacinais, no período de 1980 a 2013

Nota informativa de outubro de 2016 sobre mudanças no Calendário Nacional de Vacinação para o ano de 2017

Nota informativa de dezembro de 2016 sobre mudanças no Calendário Nacional de Vacinação para o ano de 2017

Informação e avaliação de risco do Ministério da Saúde sobre o isolamento de poliovírus selvagem no Aeroporto Internacional de Viracopos/SP e a situação epidemiológica do sarampo no país.

Recomendações da Secretaria de Vigilância em Saúde sobre o uso da vacina contra febre amarela

Informe Técnico da Introdução da Vacina poliomielite inativada. 2012

Informe Técnico da Introdução da Vacina Tetra Viral. 2013

Informe Técnico sobre a Vacina Papilomavírus Humano na Atenção Básica

Informe Técnico sobre a Vacina Papilomavírus Humano 6, 11, 16 E 18 (Recombinante) Administração da segunda dose

Informe Técnico da Introdução da Vacina Hepatite A. 2014

Informe Técnico da Introdução da Vacina dTpa para gestantes. 2014

Informe Técnico da Campanha Nacional Contra Poliomielite e Campanha Multivacinação para atualização do Esquema Vacinal

Relatório Técnico nº 01/2016 do Grupo de Trabalho do Ministério da Saúde: Critérios para orientar o processo de decisão para introdução da vacina contra dengue no Programa Nacional de Imunizações (PNI)em atualização

Plano de Erradicação da Poliomielite: Estratégia no Brasil

Portaria Nº. 33, de 24 de fevereiro de 2016 que formaliza a criação do Comitê Nacional de Certificação da Erradicação da Poliomielite

Saiba mais:

IMPORTANTE: O Ministério da Saúde passará a exigir, a partir da primeira quinzena de julho, o Cerificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) aos viajantes procedentes ou que se destinam à República Democrática do Congo e Angola. A medida tem caráter temporário e é uma recomendação do Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS), devido aos surtos de febre amarela urbana em curso nesses dois países desde dezembro do ano passado. Para mais informações clique aqui!

Informes de campanhas

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2019

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2017

Informe Técnico Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente – 2017

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza2016- Informe Técnico da Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente-2016

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2015

Informe Técnico da Campanha Nacional Contra Poliomielite e Campanha Multivacinação para atualização do Esquema Vacinal – 2015

Informe Técnico da Vacina Papilomavírus Humano 6, 11, 16 E 18 (Recombinante) 2015

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2014

Informe Técnico da Introdução da Vacina Hepatite A. 2014

Informe Técnico da Introdução da Vacina dTpa para gestantes. 2014

Informe Técnico da Introdução da Vacina Tetra Viral. 2013

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2013

Informe Técnico sobre a Vacina Papilomavírus Humano na Atenção Básica

Informe Técnico sobre a Vacina Papilomavírus Humano 6, 11, 16 E 18 (Recombinante) - Administração da segunda dose

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2013

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2014

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2015

Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2016

Informe Técnico da Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente

Manuais

Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações Manual do Usuário

Manual de Manutenção de Equipamentos da Rede de Frio

Manual de Rede de Frio

Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais

Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação

Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais CRIE 4ª Edição

Capacitação de Pessoal em Sala de Vacinação Manual do Treinando

Curso de atualização para o trabalhador da sala de vacinação monitor

Curso de atualização para o trabalhador da sala de vacinação aluno

Vigilância dos eventos adversos pós-vacinação: cartilha para trabalhadores de sala de vacinação - PARTE 1- PARTE 2

Peças de comunicação - Campanha HPV

Campanha Vacinação Meningite C e HPV - 2017

Peças campanha publicitária HPV - 2016 

Campanha contra o HPV - 2º Fase/ 2015 

Campanha contra o HPV - 1ª Fase/2015 

2ª dose - Vacinação contra o HPV - 2014 - spot, filme e cartaz

1ª dose - Vacinação contra o HPV - 2014 - spot, filme e cartaz

Confira abaixo a relação de publicações relacionadas ao Programa Nacional de Imunização:

Livro 40 anos do Programa Nacional de Imunização (PNI) 

Denominadores para o cálculo de coberturas vacinais: um estudo das bases de dados para estimar a população menor de um ano de idade*

Manual de Normas de Vacinação

Manual de Procedimentos para Vacinação

Manual de normas e procedimentos para vacinação

Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação 

Recomendações para imunização ativa e passiva de doentes com neoplasias

Vigilância dos eventos adversos pós-vacinação: cartilha para trabalhadores de sala de vacinação - PARTE 1 - PARTE 2

Vigilância das coberturas de vacinação: uma metodologia para detecção e intervenção em situações de risco

Capacitação de Pessoal em Sala de Vacinação - Manual do Treinando

Inquérito de cobertura vacinal nas áreas urbanas das capitais do Brasil

Cost-effectiveness of introducing the 10-valent pneumococcal conjugate vaccine into the universal immunisation of infants in Brazil Organizando a vacinação: subsídios para as equipes locais 

Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações - Manual do Usuário

Programa Nacional de Imunizações - 30 anos

Conservação de Imunobiológicos - Organização interna do refrigerador do tipo doméstico

Curso de atualização para o trabalhador da sala de vacinação - monitor
 

Curso de atualização para o trabalhador da sala de vacinação - aluno

Recomendações para vacinação em pessoas infectadas pelo HIV

Manual de Manutenção de Equipamentos da Rede de Frio

Manual de Rede de Frio

Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais

Manual de Vigiância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação

Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - CRIE - 4ª Edição

 

Orientações sobre a vacinação

Calendário de vacinação 2018: BCG, Hepatites, Penta, Meningocócica, Hepatite, Tríplice, Tetra, Varicela e HPV

Calendário atualizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 2019

 

Orientações para o Calendário Nacional de Vacinação

Clique na imagem para ampliar

IMPORTANTE: O Ministério da Saúde passará a exigir, a partir da primeira quinzena de julho, o Cerificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) aos viajantes procedentes ou que se destinam à República Democrática do Congo e Angola. A medida tem caráter temporário e é uma recomendação do Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS), devido aos surtos de febre amarela urbana em curso nesses dois países desde dezembro do ano passado. Para mais informações clique aqui!

 

Vacinação para os viajantes - viaje com segurança

Orientações

 

Com saúde não se brinca! Diga NÃO às fake news!

Não se engane com falsas informações, as chamadas fake news! Esclareça suas dúvidas somente com fontes oficiais, como o Ministério da Saúde. Não use as redes sociais ou seu celular para compartilhar boatos que possam trazer prejuízos irreversíveis à saúde de todos.

Conheça as verdades sobre a vacinação. Essas informações, sim, devem ser disseminadas.

FAKE NEWS O QUE DIZ O MINISTÉRIO DA SAÚDE

Vacinas causam autismo

nao e verdade

Não, vacinas não causam autismo. Um estudo apresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entre a vacina contra o sarampo, a caxumba e a rubéola e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigo foi retirado pela revista que o publicou.

Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem – vacinas não são necessárias

nao e verdade

As vacinas são necessárias, assim como a higiene e o saneamento. As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos. Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estamos.

As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal

nao e verdade

Não é verdade. As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina. A poliomielite, por exemplo, pode causar paralisia; o sarampo pode causar encefalite e cegueira; e algumas doenças preveniveis por meio da vacinação podem até resultar em morte.

A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil

nao e verdade

Não é verdade. Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome. Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação e teriam ocorrido mesmo se nenhuma vacina tivesse sido aplicada. É importante lembrar que essas quatro doenças são fatais e que os bebês não vacinados contra elas estão em sério risco de morte ou incapacidade grave.

As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar

nao e verdade

Não se pode relaxar em relação à vacinação. Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. Desde 2005, por exemplo, na Europa Ocidental ocorrem focos de sarampo em populações não vacinadas (Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido). Dessa forma, as duas principais razões para a vacinação são proteger a nós mesmos e também as pessoas que estão à nossa volta.

Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida

nao e verdade

Essa afirmação é errada e absurda. As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser "fatos da vida". Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja infectada com rubéola no início da gravidez) e, por fim, à morte. Todas essas doenças e o sofrimento que elas causam podem ser prevenidos com vacinas. O fato de não vacinar as crianças faz com que elas fiquem desnecessariamente vulneráveis.

Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico

nao e verdade

Não é verdade. Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. Elas são expostas a centenas de substâncias estranhas, que desencadeiam uma resposta imune todos os dias. O simples ato de comer introduz novos antígenos no corpo e numerosas bactérias vivem na boca e no nariz. Uma criança é exposta a muito mais antígenos de um resfriado comum ou dor de garganta do que de vacinas. As principais vantagens de aplicar várias vacinas ao mesmo tempo são: menos visitas ao posto de saúde ou hospital, o que economiza tempo e dinheiro; e uma maior probabilidade de que o calendário vacinal seja completado. Além disso, quando é possível ter uma vacinação combinada – como para sarampo, caxumba e rubéola – menos injeções são aplicadas.

As vacinas contêm mercúrio, que é perigoso

nao e verdade

Não existe evidência que sugira que a quantidade de tiomersal utilizada nas vacinas represente um risco para a saúde. O tiomersal é um composto orgânico, que contém mercúrio, adicionado a algumas vacinas como conservante. É o conservante mais utilizado para vacinas que são fornecidas em frascos multidose.


Agora que você já sabe as informações verdadeiras, faça o download e compartilhe!

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dicas para não cair em fake news na internet calendário vacinal do nascimento aos 4 anos
todas as suas vacinas estão em dia? calendário vacinal do nascimento aos 4 anos 10 mitos sobre a vacinação

 

Combate às fake news sobre saúde pelo WhatsApp

Saúde sem Fake News

O Ministério da Saúde, de forma inovadora, passou a disponibilizar um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando.

Saiba mais sobre o serviço clicando aqui!

 

Páginas temáticas especializadas

Com o objetivo de esclarecer dúvidas presentes no dia a dia sobre doenças que atingem o Brasil e outras partes do mundo, aqui, no portal do Ministério da Saúde, está disponível o ‘Saúde de A a Z, um grande glossário da saúde que traz, com linguagem simples e respaldo técnico, definições, sintomas, formas de transmissão e prevenção – incluindo as vacinas disponíveis -, além dos tratamentos no SUS. Acesse!

 

Campanhas publicitárias sobre vacinação

 

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