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Angola e Brasil cooperam nas áreas de oncologia e doenças falciforme

Escrito por Tatiana Teles | | Publicado: Quinta, 15 de Março de 2018, 11h03 | Última atualização em Quinta, 15 de Março de 2018, 11h04

Projetos no âmbito da cooperação Sul-Sul reforçam as relações bilaterais entre Brasil e Angola

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Crédito: AISAMissão brasileira acompanha projetos de cooperação em Angola

O Brasil participou de missão para prospecção de cooperação técnica nas áreas de oncologia e doença falciforme em Angola. Delegação brasileira composta por integrantes do Ministério da Saúde do Brasil e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) esteve em Luanda na última semana de fevereiro, para validar a proposta de projeto de cooperação técnica na área de controle do câncer junto às equipes do Ministério da Saúde de Angola (Minsa) e do Instituto Angolano de Controlo do Câncer (IACC).

O projeto de “Apoio à implementação e gestão de medidas para a prevenção e o controle do câncer em Angola” tem o objetivo de oferecer o conhecimento e a experiência brasileira em prevenção e controle do câncer ao sistema de saúde pública angolano.

Entre as ações previstas, constam visitas, workshops, palestras e conferências para discutir a política de controle do câncer no país africano, além de oferecer formação e capacitação no INCA para o desenvolvimento de recursos humanos. As ações contempladas no projeto devem ocorrer nos próximos cinco anos. No dia 1º de março, o INCA recebeu sete médicos de Angola que iniciaram um programa de especialização que terá a duração de três anos. A expectativa é que mais de 40 profissionais de saúde angolanos sejam beneficiados com o projeto, que se trata de um dos maiores e mais emblemáticos projetos brasileiros de cooperação internacional voltado à formação de recursos humanos em saúde. 

DOENÇA FALCIFORME

Durante a missão, representantes dos dois países também realizaram diagnóstico situacional da doença falciforme em Angola, para subsidiar a elaboração da segunda fase do projeto na matéria.  A nova fase da cooperação deverá contemplar o apoio à elaboração da Política Nacional angolana de Atenção às Pessoas com Doença Falciforme, a ampliação da triagem neonatal, a capacitação de recursos humanos e o fortalecimento de estratégias para a promoção da doação voluntária de sangue em Angola. A primeira fase do projeto, iniciado em 2010, teve como objetivo o fortalecimento das capacidades técnicas de profissionais angolanos no diagnóstico laboratorial e por imagem e no cuidado integral ao paciente de doença falciforme. Durante os cinco anos de vigência do Projeto, foram capacitados 13 profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros, assistentes sociais e técnicos de laboratório.

Por Anna Lima, do Nucom AISA
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580/2005/3315

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