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Indígenas do Maranhão recebem atenção à saúde com proposta inédita no Brasil

Escrito por Gustavo Frasão | | Publicado: Quinta, 10 de Outubro de 2019, 15h39 | Última atualização em Quinta, 10 de Outubro de 2019, 15h39

Planificação pode fazer mais com os recursos existentes e melhorar a qualidade do atendimento a indígenas

O Ministério da Saúde por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena – SESAI, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) estão articulando uma proposta de Planificação da Atenção à Saúde (PAS). A ideia é ter, de fato, a integração entre políticas da união, do Estado e municípios mudando de fato a assistência ao indígena. “A experiência vai permitir fazer mais com o mesmo recurso simplesmente gastando melhor os recursos já existentes” afirma Sílvia Waiãpi, Secretária Especial de Saúde Indígena.

A iniciativa será testada na regional de saúde de Barra do Corda composta por seis municípios: Arame, Barra do Corda, Fernando Falcão, Grajaú, Itaipava do Grajaú e Jenipapo dos Vieiras, que abrigam uma grande população indígena e trabalha a qualificação da atenção à saúde indígena organizando processos de trabalho na Atenção Primária à Saúde (APS), na Atenção Especializada (AE) e Hospitalar.

Apesar da Planificação ser usada em vários estados há 10 anos, o que está sendo construído coletivamente no Maranhão é inédito, pela especificidade da população indígena. “Se tudo der certo, a ideia é mostrar o modelo exitoso para o resto do país” conta Sílvia lembrando que indígenas de quatro etnias – Guajajara, Canela (Apányekrá e Ramkokamekra), Timbiras e Kreniê serão beneficiados pela experiência de planificação.

Por Nucom SESAI
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