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Orientações

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quinta, 27 de Março de 2014, 11h30 | Última atualização em Quinta, 10 de Maio de 2018, 16h05

Embora a diarreia seja comum e de duração geralmente limitada e com resolução espontânea, alguns casos podem ser graves em virtude do agente etiológico causador e das características e condições do paciente. Por isso, é importante que todo caso com quadro de doença diarreica aguda seja observado com rigor e orientado a procurar o serviço de saúde a partir dos sinais de perigo, tais quais: piora da diarreia, vômitos repetidos, muita sede, recusa de alimentos, sangue nas fezes e diminuição da diurese.

A alimentação habitual deve ser mantida e deve-se aumentar a ingestão de líquidos, especialmente de água, se não houver dificuldade de deglutição e o paciente estiver consciente.

O diagnóstico etiológico das Doenças Diarreicas Agudas nem sempre é possível, uma vez que há uma grande dificuldade para a realização das coletas de fezes, que pode se dever, dentre outros problemas, à baixa solicitação pelos profissionais de saúde e à reduzida aceitação e execução pelos pacientes.

Desse modo, é importante que o indivíduo doente seja bem esclarecido quanto à relevância da coleta de fezes, a fim de possibilitar a identificação do microrganismo que lhe causou diarreia. Essa informação será útil também para prevenir um novo adoecimento e a transmissão da doença para outras pessoas.

A coleta de fezes para análise laboratorial é de grande importância para identificação de agentes circulantes e, especialmente em caso de surtos, para se identificar o agente causador do surto, bem como sua fonte de contaminação.

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