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Orientações

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quinta, 27 de Março de 2014, 15h30 | Última atualização em Segunda, 20 de Outubro de 2014, 09h59

O Tracoma apresenta cinco formas clínicas, padronizadas pela Organização Mundial de Saúde - OMS: duas formas transmissíveis (Tracoma Inflamatório Folicular – TF e Tracoma Inflamatório Intenso - TI) e três formas não transmissíveis (Tracoma Cicatricial - TS, Triquíase Tracomatosa - TT e Opacificação Corneana - CO), são formas seqüelares consequência de processos repetidos de infecção e cicatrização.

Para impacto no controle do tracoma faz-se necessário adoção de medidas intersetoriais com as áreas de saneamento básico e educação, econômico-social - distribuição de renda e habitacional.

Um caso positivo de tracoma sempre possui um vínculo epidemiológico, ou seja, está sempre associado a outro caso. Em áreas onde as infecções bacterianas secundárias são freqüentes, aumentam os riscos de transmissibilidade da doença.

A bactéria em contato com a conjuntiva ocular produz uma reação inflamatória difusa na pálpebra superior, com o aparecimento de folículos. Em áreas hiper-endêmicas, em decorrência de infecções repetidas, os folículos, que são formações arredondadas, característicos do estágio inflamatório, quando cicatrizam formam pontos que evoluem para linhas de cicatrizes. Estas deformidades evoluem para retração da pálpebra e dos cílios (entrópio e triquíase) para dentro do olho. Os cílios que tocam a córnea provocam abrasão crônica, opacidade e diminuição progressiva da visão. Caso não seja realizada a cirurgia para correção palpebral ou epilação destes cílios, o caso pode evoluir para baixa na acuidade visual e a até cegueira.

 

 

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